Praticamente Inofensivo

opiniões parciais, escritas por quem não entende.

Comentários recentes

Quem está online

No momento há 1 usuário e 1 visitante online.

Login do usuário

Crítica: Fringe, S01E11 - Bound

23 JAN 2009

Atenção! Este texto pode conter revelações da trama!

Após uma pausa de um mês e meio, Fringe retorna explodindo nossas cabeças!

Como um excelente aperitivo antes do prato principal, Fringe re-estreiou na Terça-Feira, um dia antes da quinta temporada de LOST. Um episódio muito bom, muito corrido e com várias subtramas, mas ao mesmo tempo muito bem feito. Ele gira em torno do sequestro da agente Olívia Dunham, e posteriormente no assassinato de acadêmicos ligados à area de epidemiologia, e a ligação entre ambos.

Neste episódio somos apresentados a dois novos personagens, ou dois e meio, se preferir. Primeiro, conhecemos a irmã de Drunham, Rachel, que parece que veio para ficar algum tempo, e acompanhada de sua filha, além de obviamente os seus problemas. Também conhecemos o amigo que Broyles tanto defendeu no primeiro episódio, e que teve a carreira quase arruinada devido a uma investigação da Agente Drunham, e também ao fato de que ele usou de sua posição para assediar três subordinadas.

Acontece que, numa daquelas viradas do destino que  costuma revoltar as pessoas que se dedicam ao progresso profissional, o elemento acabou sendo designado pelo pentágono como responsável direto pelas investigações sobre a Ciência de Borda. Então ele de certa forma é o chefe de Broyles agora, e ele vai se certificar que Drunham está fazendo seu trabalho direito. E com isso quero dizer que ele irá fazer da vida da agente um inferno usando diversos e refinados graus de filhadaputismo. De fato, a primeira impressão que tive dele era de que ele seria um Diretor-Assistente Walter Skinner, só que totalmente cínico e filha da puta.

Aliás, devo dizer que a cena em que este personagem é apresentado ficou muito bem construída. Tensa até o final, ela cumpriu com sucesso o trabalho de apresentar um antagonista e ao mesmo tempo nos fazer odiá-lo como se o conhecermos a várias temporadas.

Outra coisa que J. J. Abrams nos introduziu (êpa!!) foi uma nova dimensão na trama. Sim, pois se ficasse naquele esquema, de caso insolucionável solucionado pela equipe Drunham, a série não duraria até o episódio 10. Agora temos sérias dúvidas no papel de cada um na trama. Nos primeiros episódios tivemos um vislumbre disso, com Broyles se reunindo com Nina Sharp, personagem que pelo o que indicava, seria uma antagonista, mas atualmente, não sabemos se ela está diretamente envolvida com a Fringe Science ou se simplesmente ela está investigando os casos (meu palpite é: um pouco de cada).

Um ponto menor, mas ainda assim curioso, foi o Dr. Bishop tentando da sua maneira meio louca ser alcoviteiro entre Peter Bishop e Olivia Drunham. Normalmente eu não tocaria neste tópico. Num seriado normal, isso significaria exatamente o que mostrava, ou seja, Peter e Olivia ficariam de casinho. Mas em Abrams I trust, e tenho certeza que Fringe não caminhará para este clichê. De fato, fiquei sabendo por aí que Peter e Olivia teriam algum tipo de relacionamento, mas ele não seria convencional.

E por hoje é só pessoal. Cheers!

Compare os melhores preços de: Câmeras Digitais, TVs, Notebooks, Monitores, MP3 Player / MP4 Player, Perfumes, Video-games, Relógios de Pulso, Bonecos e Acessórios, Refrigeradores.

Todas as opiniões contidas neste blog são de responsabilidade dos seus respectivos autores. Todos os comentários são de responsabilidade dos seus respectivos autores.

A reprodução parcial é permitida desde que a fonte seja citada.

Política de Privacidade