Provavelmente os 1,2 visitantes assíduos deste blog devem pensar que eu esteja morto ou jogado em alguma sarjeta (não necessáriamente nesta mesma ordem). Mas a verdade é que estou tendo dias cheios e pouco tempo/saco para atualizar este cantinho da minha alma...
Bom, são 07:41 de uma manhã de domingo, e foi o tempo que encontrei para atualizar o blog (aff, precisor arrumar um tempinho para otimizar o blog e arrumar colaboradores... quem se candidatar levanta o braço o/).
Sex and the City é um filme sobre quatro mulheres diferentes, que se comportam de maneira diferente em relação ao sexo, e também em sua relação com a cidade de Nova York. O filme é baseado em um seriado homônimo que nunca cheguei a passar os olhos. Então foi uma experiência cinematográfica ruim? Não, surpriendentemente eu me divertir com o filme, apesar de que ele tem algums falhas (como todo filme pipocão).
No filme, ficamos sabendo o que aconteceu com as protagonistas depois que a série acabou. Duas delas casaram, e outra mantém um relacionamento de 5 anos com um modelo profissional, em Las Vegas. A única que manteve mais ou menos o mesmo estilo de vida foi Carrie Bradshaw, mais por motivos profissionais, pois ela era autora da coluna (e também livros) Sex and the City, e para tal ela precisa naturalmente, se relacionar.
Mas aí um acontecimento abala a vida das quatro protagonistas: Carrie iria se casar com Mr. Big, um coroa boa pinta (êpa), vindo de 2 casamentos fracassados.
O filme cumpre seu papel de divertimento. Não posso dizer o quanto ele foi fiel à série, pois nunca vi nenhum episódio... Mas evidentemente o filme tem seu charme tanto para o público masculino, quanto para o feminino, apesar de que seja um filme feito para ELAS. É um divertimento extra ver o que as protagonistas estão vestindo, reconhecer marcas famosas. Além disso, o filme não faz cerimônia e mostra algumas cenas picantes e peitinhos (para a alegria dos marmanjões) e até um nu masculino frontal (por poucos segundos, felizmente).
Mas o filme tem seus defeitos. Por exemplo, o comportamento das protagonistas parece mais de uma adolescente que de uma mulher de 40 e poucos anos. Muito infantil, e o filme se apoia nisso para caminhar. Bom, pode ser que este tipo de comportamento de adolescente fizesse sentido na série, mas ela acabou em 1998, e 10 anos depois (eu, pelo menos) esperaria um pouco mais de amadurecimento emocional por parte delas.
Mas o filme fechou bem a série, dando um desfecho às protagonistas. Estão falando em continuação, mas por favor, NÃO! O filme é bom, mas uma vez só já basta. Deixem a série terminar com um pouco de dignidade... Não terei o menor interesse em ver quase-sessentonas se comportando como garotinhas de 16 anos. :-)
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