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Atenção pessoal! LOST volta hoje!

21 JAN 2009

Amigos, como passaram de ano?

Vim aqui só avisar rapidamente que hoje estréia a nova temporada da nossa série preferida, LOST, e já estou esquentando os motores do meu bittorrent comprando minha passagem para os Estados Unidos para poder acompanhar a série em tempo real.

Falando em estréia, Nossa outra série preferida, Fringe,começou a ser exibida novamente ontem. o link direto para - anran - a "passagem de avião" é este.

Logo logo voltarei e comentarei estes novos episódios. Até mais! Cheers!

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Crítica: Lost, nono episódio da quarta temporada (s04e09) - The Shape of Things to Come

01 MAI 2008

quarto episódio da quarta temporada (s04e04) - Eggland

Salve amigos! Esta crítica do episódio está saindo muito atrasada, pois tive uma semana muito agitada. Tentarei ser breve, pois à esta altura do campeonato, uma crítica perde um pouco o sentido.

Bom, como de praxe (e eu estou cansando de repetir isso nesta temporada), o episódio está muito bom, excelente mesmo. Retorno triunfal de LOST após um mês de jejum, assim como um retorno triunfal de Benjamin Linus, e também do velho amigo LOSTzilla

O episódio teve uma pequena parte que se passa na praia[bb]. Jack estava pegando alguns antibióticos para tomar, pois não estava se sentindo bem, quando Vincent e Bernard descobrem um corpo na praia, com a garganta rasgada, que logo se revela ser o médico do navio que trouxe Faraday e Charllote à ilha. Jack pergunta quando foi a última vez que ele viu o médico vivo, e Faraday responde que "quando é relativo". Eles conseguem entrar em contato com o navio[bb] através de código Morse (o telefone via satélite tinha sido destruído), e após intervenção de Bernard, eles ficam sabendo que o navio afirmou que o médico estava bem. Pressionado, faraday confirma que eles não vieram à ilha para resgatá-los. Após ouvir isso, Jack passa muito mal, aparentemente com dores na barriga.

Mas onde o bixo pega mesmo, é na vila. Não vou entrar em muitos detalhes para não estragar a surpresa de algum desavisado que leia este texto antes do episódio. Basicamente os mercenários do navio, que haviam sequestrado Alex e matado a francesa e Karl, invadem a vila dos outros, matando vários camisas[bb] vermelhas (provavelmente todos que haviam sobrado), quase matam Claire com um tiro de bazuca (!), e fazendo uma coisa muito chocante, que deixa Ben sem qualquer ação. Depois desta cena, Ben some por uma passagem secreta e volta algum tempo depois, e tudo indica que ele estava invocando o LOSTzilla, atiçando-o para atacar os mercenários.

Eles fogem para a floresta, e Saywer, Claire, e Miles resolvem retornar à praia, enquanto que Locke e Ben irão se encontrar com Jacob. Por algum tempo eles apontam a arma um para o outro, disputando o Hurley, mas no final Hurley acaba com a briga decidindo ir com Locke. Nesta cena, James mostra mais uma vez que, apesar de fazer pose de bad guy e cafajeste, se preocupa com os amigos, pois ele ameaça Locke caso algo aconteça com Hugo.

No Flashforward, vemos Benjamin aparecendo do nada no deserto do Sahara, utilizando uma jaqueta com um símbolo da Dharma que ainda não conhecemos. A jaqueta aparenta ser utilizada para ambientes frios, o que não faz nenhum sentido aparentemente. Depois de dar cabo de dois beduínos, ele se hospeda em um hotel na Tunísia, e vê pela televisão uma reportagem sobre Sayid Jarrah, atualmente muito famoso como um dos Oceanic Six, retornando ao Iraque para enterrar sua mulher, que havia morrido (sim, aquela do FB, mas não lembro o nome). Ben então vai atrás de Sayid, ou de alguém que esteja seguindo o mesmo. Não vou contar tudo, vou dizer apenas que eu achei que o recrutamento do iraquiano ocorreu muito rapidamente, muito facilmente.

Mas o melhor fica para o final. Em Londres, Benjamin se infiltra em hotel de luxo e invade a cobertura, onde ele encontra um adormecido Charles Widmore. Ambos têm uma conversa deveras interessante, e para resumir o babado, vou deixar apenas alguns questionamentos:

  • Porque que Ben não pode matar Charles?
  • Que regras são essas que Charles mudou, e quem as criou?
  • Porque Charles diz que a ilha sempre foi dele e que Ben é um usurpador?
  • Ben disse que irá matar a filha de Widmore, mas Charles disse que ele nunca irá encontrá-la.

Caras, este texto fica por aqui. Eu tenho que aprender a resumir menos o episódio e expressar mais minha opinião, pois escrevi muito, e ainda assim sobrou muita coisa que poderia ser comentada. Mas isso fica para a próxima crítica!

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Resumão das últimas semanas

02 ABR 2008

Passei um tempo viajando, por isso fiquei impossibilitado de postar as críticas das séries e filmes assistidos durante as últimas semanas. Resolvi fazer um resumão rápido, apenas para não passar em branco.

JerichoPor exemplo, durante o tempo que eu estive fora, assisti todos os episódios que saíram na segunda temporada de Jericho, que estavam acumulados em algum lugar do meu HD. Jericho é o nome de uma cidadezinha do interior dos Estados Unidos que fica isolada do resto do país quando o mesmo sofre um ataque terrorista nuclear.

Inicialmente essa série parecia que tentaria seguir os caminhos de LOST, incluindo vários misteriozinhos, e um grande mistério na trama principal. Felizmente eles mudaram de idéia, ou teria sido um saco. Não é fácil fazer mistério, e a série evidentemente não estava conseguindo um bom ritmo. Contudo, ficamos sabendo que a série só teria uma temporada e depois seria cancelada. Então a história começou a se desenrolar em ritmo alucinante, virando uma série de ação. Isso tornou tudo muito mais interessante.

Então veio o final da série. Os fãs protestaram, e conseguiram que a série retornasse com mais 7 episódios, e se a audiência fosse boa, ela continuararia. Infelizmente não foi isso que aconteceu e a série obteve um público ainda menor que antes. A série ainda tem uma pequena chance de sobrevivência, caso ela migre da TV aberta para a TV a cabo.

Assisti a 6 dos 7 episódios, e posso dizer que ela manteve o bom nível dos últimos episódios da temporada passada, com alguns mistérios e também muita ação. O foco agora está no novo governo que se formou, e a compainha privada que está por trás dela. Tudo indica que esta compainha está por trás dos ataques nucleares.

Assistirei o episódio 7 e escreverei uma resenha completa sobre ele nos próximos dias.

Também saíram dois episódios de LOST durante esse período. Foram os dois últimos episódios antes de um hiato de 1 mês, quando a série voltará novamente com mais cinco episódios.

Bom, na verdade foram três episódios durante esse tempo que eu estava fora, pois não resenhei o episódio que saiu durante a semana que viajei. Mas foram 3 bons episódios. A série tem mantido seu nível de qualidade elevado, apesar de que (compreensivamente, devo dizer) nenhum deles é superior a The Constant.

Juliet e GoodwinEm The Other Woman, vemos um flashback de Juliet, e descobrimos mais um grau de filhaputice de Benjamin Linus. O olhudo tem uma fixação por loiras (provavelmente devido à sua fixação pela imagem da mãe), e por causa disso possui forte sentimento de "posse" por Juliet, a ponto de mandar o amante dela, Goodwin, para a morte certa. Na ilha, vemos a dupla Charlotte Lewis e Daniel Faraday, tentando desativar uma nova escotilha, a Tempestade, para impedir que Ben libere um gás que mate todos na ilha. Como falei acima, este episódio manteve o bom nível, apesar de que houve furos sérios na história. O primeiro é que Charlotte e Daniel preferiram agir na surdina em vez de pedir a ajuda dos outros, visto que a segurança de todos estava em risco. A menos que houvesse algo mais a se fazer na Tempestade que os outros não poderiam saber. O outro furo diz respeito a esse gás que mataria todos na ilha. Ele já foi liberado uma vez, no episódio de Ben. Mas como é que ele mata apenas humanos? Os animais não são afetados? Bom, existe substâncias que afetam negativamente os animais, mas não o homem (por exemplo, chocolate), e provavelmente deve haver algo que só afete humanos e deixe os animais em paz, mais isso é no mínimo mal explicado.

Túmulo de JinEm Ji Yeon, somos brindados com uma inovação na narrativa da série, o que tornou o final deste episódio muito bom, delicioso. Acompanhamos ao mesmo tempo um FB de Jin um FlashForward de Sun. O tempo todo pensamos que Jin está correndo para chegar a tempo ver o parto da mulher, mas no final descobrimos que a história de Jin se passava antes dele se casar e ele estava fazendo um serviço para o pai da Sun. No FF, descobrimos que Jin aparente morre, e Sun visita seu túmulo com Hurley e sua filha Ji Yeon, que nasceu fora da ilha. No tempo presente, vemos o encontro de Sayid e Desmond com o capitão do navio. Este informa aos dois que o navio é propriedade de Charles Widmore, e que eles estão em missão de capturar Ben Linus e descobrir porque ele teve tanto trabalho para encobrir o acidente do vôo 815. E no final, ainda descobrimos que o espião de Ben no navio é Michael, sob a alcunha de Kevin Johnson!

Finalmente, em Meet Kevin Johnson, ficamos sabendo o que Michael esteve fazendo fora da ilha e como se tornou espião de Ben. Michael estava muito depressivo e com a consciência pesada, pois revelou a Walt que matou duas pessoas para tê-lo de volta, e isso acabou afastando o garoto dele (ele está na casa da avó). Ele resolve então se suicidar em um acidente de carro, mas não consegue.Michael, AKA Kevin Johnson Depois, compra uma arma para tentar mais uma vez, mas antes que tentasse ele se encontra com Tom, que afirma que a ilha não o deixará morrer, pois ele tem algo a fazer. Ele dá seu endereço para o confuso Michael e parte. Michael vai de encontro a Tom depois de mais uma tentativa de suicídio mal sucedida, e descobrimos o que o Mr. friendly era o personagem homosexual da trama (nada de muito importante, apenas uma curiosidade). Então Tom apresenta provas de que Charles Widmore armou a farsa do acidente 815, que ele tem muito interesse na ilha e que caso ele a encontre, todos na ilha morrerão. Tom o convence a embarcar no navio, para sabotá-lo/afundá-lo. Lá, ele tenta armar uma bomba na casa de máquinas, que na verdade era falsa (era pegadinha do Malandro, RÁÁÁÁÁÁ!). Em uma transmissão de rádio Ben informa que quando está em guerra ele faz qualquer coisa para ganhar, exceto matar inocentes (e quem seriam estes afinal?). No final do episódio, Sayid revela ao capitão que Michael era o responsável por sabotar o navio e que ele era um espião. Mas o capitão não pareceu muito surpreso.

Este episódio mantevesse interessante, como os demais, mas não foi bem dirigido... Aconteceram muitas coisas com Michael enquanto ele estava fora da ilha, em um curto período de tempo. Mas tirando isso, é um ótimo episódio!

Também fui ao cinema duas vezes assistir a 10.000 A.C. e As Crônicas de Spiderwick.

10.000 A.C.10.000 A.C. é um filme absolutamente... qualquer nota! Totalmente dispensável. Espere passar na sessão da tarde. Ele conta a história da "primeira história épica de amor da humanidade". O personagem principal é um mamão que não faz nada o filme todo. Pelo menos duas vezes, os perigos simplesmente se jogam sobre sua lança quando se aproximam. Além do mais, as profecias fazem todo o trabalho pesado, deixando o garoto com a glória. O filme ainda apresentou uma curiosidade, mostrou a construção das pirâmides, coisa que não aconteceu a 12.000 anos atrás. É apenas um toque de fantasia do roteirista, que ainda colocou os construtores da pirâmide como sendo sobreviventes de Atlântida ou extraterrestres.

Crônicas de SpiderwickAs Crônicas de Spiderwick é bobinho, mas muito divertido. De fato, foi mais proveitoso vê-lo que o filme anterior. O filme conta a história de um garoto, que ao se mudar para a nova casa no meio de uma floresta, acha um livro que descreve toda sorte de criaturas fantásticas que vivem ocultas dos olhos humanos, por magia ou mimetismo. Então o garoto precisa se proteger e proteger sua família de um Ogro que deseja colocar as mãos no Tomo e utilizar seu conhecimento para obter poder. Este filme foi de certa forma uma surpresa, pois cheguei atrasado e não pude ver o filme que gostaria, e acabei entrando nesse. Arrume a desculpa de levar o filho, um sobrinho ou irmão para o filme, e assista-o sem compromisso nenhum, que será um ótimo passatempo.

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Crítica: Lost, Quinto episódio da Quarta Temporada (s04e05) - The Constant

02 MAR 2008

 The Economist

Sabe, quando eu li, várias semanas antes, a descrição completa do episódio Eggland, eu percebi duas coisas. Uma é que o episódio seria muito bom, e a outra é que eu perdi uma boa parte da graça por ter lido aquele texto. Naquele dia em diante, eu não leria spoilers daquela forma. Talvez um ou outro, mas sempre em doses homeopáticas.

Esta decisão se mostrou acertada esta semana. Tomando emprestado o bordão nerd criad pelos colegas do Jovem Nerd, o final dos episódios 3 e 4 fizeram minha cabeça explodir. Mas este episódio, centrado no brodah Desmond, fez minha cabeça explodir várias vezes.

Este episódio começa no ponto em que o episódio The Economist termina (na parte referente à ilha), com Desmond, Sayid e Lapidus voando no helicóptero, em direção ao navio. Frank parece estar seguindo as instruções de Faraday, quando eles começam a sofrer problemas com o clima. Ao mesmo tempo, inicia-se o que parece ser um flashback de Desmond. Ele se encontra em um dormitório do exército, onde é acordado com a delicadeza que só alguém de patente superior pode fazer.

Contudo, há algo estranho. Aparentemente Desmond estava sonhando que estava voando em um helicóptero, em direção a um barco! Apesar disso, ele dá continuidade ao seu dia militar, e enquanto ele estava se exercitando no campo (detalhe, durante uma forte chuva. Não é a primeira vez que ela está presente num FB de Desmond), retornamos ao helicóptero. E... surpresa! Sua cabeça explode pela primeira vez. Desmond não reconhece Sayid ou Frank, e também não sabe onde está! Ele entra em pânico, e Sayid mal consegue controlá-lo. Por sorte, eles já estão bem próximos do barco, e conseguem pousar.

Uma vez que o helicóptero estava a salvo, Desmond é levado à enfermaria. Durante todo este período, sua consciência fica alternando entre o passado, quando ele estava no exército, e o presente, no cargueiro. Na enfermaria, o cada vez mais confuso Desmond se encontra com Minkowski, que está sofrendo do mesmo mal que ele.

Na ilha, Faraday explica que se Frank seguiu as suas instruções, ele não teria problemas em voltar para a ilha. Caso contrário, haveria complicações.

Com a ajuda de Frank, Sayid consegue chegar a Desmond e também ligar para seus companheiros na ilha. Lá ele fica sabendo que eles partiram a mais de um dia. Faraday fica muito interessado no estado de Desmond, e ao falar com o mesmo, pergunta onde ele acha que deveria estar e em que ano acha que está. O Brodah afirma que ele está em 1996 em um campo militar, no Reino Unido. Faraday então pede que Desmond o encontre em Oxford quando ele acontecesse outro flash, e que deveria dizer ao Daniel Faraday do passado para ajustar a máquina em 2.342 e 11Hz, e se caso ele ainda não acreditasse, afirmasse que ele "sabe sobre Eloise".

Neste momento sua cabeça explode pela segunda vez. Temos a confirmação de que Desmond (ou ao menos sua consciência) realmente viajou ao passado no episódio Flashs Before Yours Eyes.

Voltando a 1996, Desmond vai a Oxford e se encontra com um jovem cabeludo e talvez até mais amalucado, Daniel Faraday. Após um breve período de ceticismo por parte do nosso amigo físico (e após Desmond falar as informações dadas pelo Faraday do futuro), somos conduzidos a uma sala onde Faraday realiza experiências sem a aprovação de Oxford. Lá conhecemos Eloise, uma rata de laborário.

Faraday ajusta uma máquina estranha, que lembra aqueles secadores de cabelo, e bombardeia sua cobaia com uma radiação lilás, muito semelhante àquela liberada pela explosão da escotilha Cisne. A ratinha então parece ficar alguns segundos fora de si, e Faraday diz que ela não retornou ainda. Depois disso, a ratinha faz todo o percurso do labirinto onde estava sem errar nenhuma vez. E isso deixa Faraday muito animado. Desmond pergunta o porque isso é importante, e ele afirma que havia terminado a construção do labirinto pela manhã, e que só ensinaria Eloíse a terminá-lo daqui a uma hora. Isso significa que a consciência da ratinha viajou para o futuro. PAM PAM PAM PAAAAAMMMM.

De volta a enfermaria, os tripulantes do navio conseguem entrar na enfermaria, e retiram Frank e Sayid de lá, enquanto que Desmond tenta desesperadamente "voltar", mas sem sucesso. Neste momento Minkowski, que destava desfalecido, acorda, e afirma que antes de trancá-lo na enfermaria, ele era o oficial de comunicações do navio, e que existia uma chamada no painel que ele não poderia atender de maneira nenhuma. Estas chamadas estavam sendo feitas pela namorada de Desmond, Penelope Widmore.

Novamente em 1996, Faraday afirma que Desmond ficou "fora" por 75 minutos, e que quanto mais ele viajar no tempo, mais difícil será, pois no caso de Desmond, a progressão é Exponencial. Desmond então percebe que Eloíse está morta, e Faraday afirma que seu cérebro não aguentou as sucessivas viagens no tempo, vindo a falecer de um aneurisma cerebral. Desmond pergunta se acontecerá o mesmo com ele, e Faraday diz que possivelmente. A única forma de evitar este fim trágico era achar uma constante, algo que esteja presente no passado e que também esteja presente no futuro, e que permita que a consciência de Des a use como uma âncora. Ele pergunta se esta constante pode ser uma pessoa, e como a resposta foi positiva, ele tenta ligar para Penelope, mas o telefone dela está desligado, pois ela se mudou.

De volta ao barco, Desmond afirma que eles devem chegar a sala de comunicação, pois ele precisa falar com Penny. Minkowski afirma que o equipamento de comunicação foi sabotado, mas ele poderia consertar facilmente. Então Des o liberta. Sayid pergunta como eles saírão da enfermaria, mas Minkowski nota que a porta está aberta. Aparentemente eles tem um aliado a bordo no navio. Neste momento, Desmond nota que Minkowski está sangrando pelo nariz (um sintoma de aneurisma).

No passado, Desmond se encontra com Charles Widmore, pai de Penelope, que acaba de adquirir em um leilão o diário de bordo da primeira viagem do Black Rock, cujo conteúdo só era conhecido pelos membros da família Hanso. O sr. Widmore concorda em conversar brevemente com Des, e lhe fornece o endereço atual de Penelope, para que ela mesmo diga a Des o quanto ela o odeia. Depois disso, após Desmond tentar fechar a torneira aberta por Widmore, o flash acaba, e ele retorna ao presente.

Na sala de comunicação, Minkowski afirma que estes flash estão se tornando mais rápidos e piores. Desmond pergunta como isso foi acontecer com ele. Ele diz que estava entediado, e ele e um amigo (de nome Brandon) resolveram dar uma olhada na ilha. No meio da viagem, Brandon começou a agir descontroladamente e eles deram meia volta. Depois disso, Brandon morre e Minkowski se encontra na situação atual dele. Após este relato, ele desmaia novamente. Desmond nota que está em 2004, e Sayid comenta, enquanto conserta o rádio, que é véspera de natal. Des começa a sangrar pelo nariz. Minkowski então começa a estrebuchar, sangra mais, então afirma que não pode mais voltar, e morre.

Desmond acorda no banheiro do museu, com a pia transbordando. Após se refrescar na pia do banheiro, ele parte em busca de Penny. Penelope afirma que está tudo acabado para um aflito Desmond, e este pede o telefone para ela, e diz que não irá ligar para ela apenas após 8 anos. Apesar de relutante, ela informa seu número para ele.

De volta ao barco, Sayid pede o número do telefone, e Desmond informa o número de telefone de Londres. Após alguns minutos de uma conversa realmente emocionante (sério, eu quase chorei), ela diz que está procurando por ele a 3 anos, e confirma a conversa que ela teve com Charlie. Ela afirma que sabe da ilha, que pesquisou sobre o assunto, e que irá encontrá-lo. Ambos afirmam amor um pelo outro e logo depois a bateria descarrega. Após isso, Desmond agradece a Sayid. Ele está salvo e se lembra de tudo.

Na ilha, Faraday está olhando frenéticamente seu diário de 1996 e encontra a seguinte anotação: se algo acontecer comigo, Desmond será a minha constante.

Algumas observações sobre o episódio

Este episódio responde muito mais coisa que aparenta. Vou gastar mais algumas linhas de "tinta" para destacar algumas observações que podem ser feitas, mas que podem ser verdade ou não.

  • Está claro para mim que naquele estranho FB de Faraday, no segundo episódio, ele estava sofrendo desta viagem no tempo. Agora o motivo dele estar chorando é um mistério.
  • Outra coisa interessante, é que todos os sobreviventes sofreram algum grau de exposição à radiação, quando o primeiro pane da escotilha Cisne derrubou o avião. Claro que não é nada igual ao que foi experimentado por Desmond, Locke e Mr. Eko na explosão da escotilha. Mas e se os flashbacks mostrados nas temporadas passadas também fossem vistos pelos sobreviventes, mas interpretados por eles como sonhos ou apenas memórias que viessem à tona sem explicação? Seria uma forma fraca de "viagem do tempo de consciência". E o mais interessante é que muitos sobreviventes já haviam encontrados uns com os outros do lado de fora da ilha, mas quase sempre não se lembram uns dos outros. Ou seja, praticamente todo mundo é a constante de alguém, querendo ou não.
  • Eu acho que o motivo de Jack querer voltar à ilha, é para fazer uso deste fenômeno, e tentar consertar algum erro muito grande que ele, ou eles, fizeram no passado, enquanto estavam na ilha pela primeira vez.

Então é isso. É um episódio fantástico, que nos deu muito pano de fundo para especulação, algumas respostas e algumas portas para novas respostas. É interessante notar que muitas pessoas afirmam que nada mudou nesta temporada, e que LOST é uma série ruim, que perdeu o rumo, etc etc etc. Mas estas pessoas, estão enganadas. Nas palavras de um amigo meu, estas pessoas têm uma pré-concepção do que é bom, ou de como a série precisa terminar, e acham que qualquer coisa diferente da opinião delas é ruim. Só que seguir as idéias delas não é ser bom, é ser previsível. E previsível é algo que LOST não é. Felizmente para nós.

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Crítica: Lost, quarto episódio da quarta temporada (s04e04) - Eggland

23 FEV 2008

quarto episódio da quarta temporada (s04e04) - Eggland

Salve amigos, voltei! Este textículo está voltado de spoilers para quem não viu o episódio, ok?

Na crítica do episódio passado eu afirmei que estava muito difícil colocar os 3 primeiros episódios em uma escala de qualidade. Pois bem, este episódio eu posso classificá-lo como o pior da temporada, pois trata-se essencialmente de um filler,mas mesmo assim muito bom em vários vários aspectos. Por exemplo, este foi o melhor episódio centrado na Kate.

Para quem não conhece o termo, filler é um episódio criado unicamente para preencher os espaços vazios entre os episódios de continuidade da série.

Como de praxe, o episódio é dividido entre as cenas na ilha e as cenas do flashfoward (irei chamar de FF a partir de agora) de Khaterine Austen. Na ilha, vemos um John Locke cada mais desesperado por respostas, além de estar mostrando claros indícios que, diferentemente de Jack, Locke não nasceu para liderar. Vamos ver quanto tempo esta "ditadura" do careca irá durar.

Também descobrimos que o motivo real da Kate não ter voltado para Jack era que ela queria saber se as pessoas do Cargueiro sabiam quem ela era, e o que ela tinha feito. Eu só não sei como ela chegou a conclusão que conversar com o encarcerado Miles seria mais fácil que falar com Faraday ou Charlotte, que circulam livremente no grupo da praia[bb] (liderado pelo Jack). Talvez ela pense que Miles sabia de mais coisas do que os outros.

Miles afirma que ele só responderá as perguntas dela se ele puder conversar por 1 minuto com Benjamin Linus. Kate então recorre a James Ford (vulgo Sawyer), e ambos aplicam mais um golpe em Locke, conseguindo então juntar Miles e Ben. Neste momento descobrimos Miles não passa de um mercenário, um chantageador. Ele afirma que mentiria sobre Ben, afirmando que ele está morto para seus empregadores, caso Ben lhe desse 3,2 milhões de dólares. Ben ainda afirmou em tom de surpresa, "por que não 3,3 milhões, 3,4 milhões?", mas eu acho que esta pergunta foi pertinente. Será que Miler sabe da numerologia da ilha?

Ben pede algum tempo para pensar, e Miles lhe dá uma semana. A seguir Kate descobre que Miles sabe absolutamente tudo sobre ela, que ela é procurada por assassinato e mais uma penca de crimes, e que ela seria presa se ele falasse aos australianos sobre isso.

Depois, Locke chega fulo da vida, e a expulsa da vila, afirmando que ela deve partir pela manhã. James consegue escapar ileso, pois se fingiu de vítima, espertamente.

Também vemos na vila da ilha, em vários momentos, conversas entre Kate e James, onde James tenta convencê-la a morar na sua casa (afinal, comida em casa é sempre mais gostoso!), ou então conversando sobre a possível gravidez de Kate. Soou muito engraçado quando Kate afirmou que não estava grávida, e James quase soltou fogos de artifício por isso. E ela ainda pergunta "isso não seria tão ruim, seria?", e ele responde "é claro que seria, o que iríamos fazer com um filho?", AHUHAUHUAHUAHUA.

Na única, mas importante cena situada na praia, vemos o grupo de Jack preocupado com a falta de notícias de Sayid e do Brodah Desmond, que saíram com o helicóptero no episódio passado. Charlotte e Faraday estavam fazendo alguma espécie de experiência, onde Faraday era a cobaia e precisava adivinhar uma sequência de 3 cartas de baralho. Aparentemente a experiência não foi bem sucedida. Quando questionados se não existe outra linha de comunicação[bb] com o cargueiro, pois eles só estavam conseguindo estática, eles afirmam que existe outra linha, mas é apenas para emergências.

Eles ligam para o barco através desta linha e descobrem que o helicóptero não chegou ao barco. OMG! Ele não pode ter caído, pois sabemos que Sayid sai da ilha. Hmmmm, talvez o helicóptero tenha caído, mas o iraquiano se salva de alguma forma...

Agora vamos para a parte mais importante do episódio, por incrível que pareça. No FF de Kate, descobrimos (já sabíamos que ela tinha saído da ilha desde o episódio final da terceira temporada, lembram?) que ela está sendo julgada pelos seus crimes, apesar de ser rotulada como uma heroína mundial, que salvou a vida de 6 pessoas.

Descobrimos que Kate possui um filho, e que este filho aparenta ser muito importante, não só para ela, naturalmente, mas também para as pessoas em geral. O seu advogado deseja utilizar o menino para demonstrar o caráter de Kate, mas ela não permite. A mãe de Kate estava disposta a desistir de depor contra ela caso ela a deixasse ver o neto, e Kate negou. Qual será o problema disso em particular? Qual o mal que Kate poderia evitar esquivando um encontro entre avó e neto?

Outro destaque deste FF é o depoimento de Jack, onde ele afirma que Kate foi uma heroína, que sem ela, eles não teriam conseguido, bla bla bla. Neste momento Kate o interrompe. Será que ela teve que fazer algo tão terrível que ela não aceita receber a alcunha de heroína?

Jack é questionado pela acusação se ele ama a acusada, e ele responde: "não. Não mais". Mas ao mesmo tempo ele parecia muito emocionado.

No final, a acusação perde sua principal testemunha (era a mãe de Kate), e Kate consegue um acordo, mesmo a contra-gosto do seu advogado, onde ela fica em condicional por 10 anos, e não pode deixar o estado. Kate aceita, com o argumento de "eu tenho um filho para criar, não vou a lugar nenhum".

Quando Kate está deixando o tribunal pela porta dos fundos, e se encontra com Jack, que a parabeniza pela vitória, e pergunta se eles poderiam tormar um café. Ela pergunta se ele gostaria de ver o filho dela, e ele nega. Ela responde então que enquanto ele não pude ver o filho dela, eles não poderão tomar café juntos, e parte.

De novo, vemos que o filho de Kate possui uma grande importância para outro personagem da série, Jack, que parece evitá-lo.

Durante todo episódio somos levados a pensar por uma determinada linha, que Kate realmente ficou grávida de James, e que Jack não suporta a idéia dela ter tido um filho com o seu rival. Mas no final, há uma reviravolta completa nesta trama inicial. Não é um recurso novo em canto nenhum, muito menos em Lost. Mas nesta série, este recurso é utilizado com uma maestria sem limites.

Pois, ao chegar em casa e ir ver o seu rebento, Kate fala: "oi, Aaron". Neste ponto, sua cabeça explode. Ao se recuperar, lembramos das palavras dos produtores da série, que Aaron está diretamente à história da ilha, e percebemos então a sua importância, insinuada em vários momentos neste episódio.

Agora vamos especular as consequências desta revelação. Sabemos que Jack e Claire são irmãos. Se Jack não quer ver o próprio sobrinho, e Kate não aceita a alcunha de "heroína", e também não temos notícia de Claire, então só posso pensar que Clarie morreu ou não saiu da ilha, e que o motivo disso foi uma consequência de algo feito por Jack ou por Kate.

Outra coisa que não posso deixar passar é que, diferentemente de Hurley e Jack, a vida de Kate parece ter melhorado, depois de que ela saiu da ilha. Enquanto os dois querem voltar, ela tem um excelente motivo para ficar. Isso é até irônico, pois de todas as pessoas da ilha, ela seria a única que poderia perder algo (a liberdade), mas aconteceu justamente o contrário, e ela foi a que mais ganhou com a saída da ilha.

Para fazer o download do arquivo bittorrent do episódio, clique aqui.

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Crítica: Lost, terceiro episódio da quarta temporada: The Economist

17 FEV 2008

 The Economist

Save amigos, chegamos ao fim de mais uma semana, e como não podia deixar de ser, eu estou aqui para cozinhar o juízo de vocês! Lembrando que este texto é totalmente spoilerento para quem não viu o episódio.

Sinceramente, está difícil apontar um "pior episódio" neste início de temporada. Três episódios excelentes em sequência. Se continuar mantendo este nível, esta temporada vai ser memorável.

Neste episódio, intitulado The Economist, ficamos sabendo que Sayid Jarrah é um dos que conseguiram sair da ilha, é um dos "6 da Oceanic". Aparentemente ele está gozando da gorda indenização da Oceanic[bb], jogando golfe em algum lugar da Europa. Contudo, suas reais intenções era assassinar um tal de Sr. Avellino.

Na ilha, o rambo iraquiano faz um acordo com Frank Lapidus, garantindo a volta em segurança de Charlotte (que está em poder do grupo de Locke) em troca de ser levado para o barco deles. Interessante é que na hora de formar um grupo de resgate, ele deixou de fora Jack, pois ele pretendia resolver este problema sem derramamento de sangue. Lembrem-se que Jack chegou a apertar o gatilho contra Locke, que só se salvou porque a arma estava descarregada.

Também vemos Sayid se aproximar do corpo de Naomi, fechar seus olhos, e manipular uma pulseira[bb], que possuia as iniciais R.G.

Também vimos um interessante experimento de Faraday, cujo resultado foi a descoberta de que o tempo na ilha difere 31 minutos do tempo do mundo "lá fora". Ainda não sabemos a extensão desta afirmação, mas Faraday afirmou que "não é nada bom", e (na minha opinião) provavelmente está relacionada com o não envelhecimento de Richard Alpert. Outra observação pertinente é que Frank Lapidus aconselhou Faraday a desligar o telefone caso Minkowski atendesse. Está evidente que Frank desconfia dele. Resta saber os motivos, pois ele não estava próximo para ouvir Ben Linus falar que tem um espião no barco.

Diferença de tempo na Ilha

Locke retorna ao local onde estava a cabana de Jacob, mas não a encontra. Ben joga veneno no grupo, afirmando que Locke está procurando alguém que possa lhe dizer o que ele deve fazer. Hurley questiona Lock, e este se irrita, reafirma sua autoridade, e isso pega muito mal para o resto do grupo... Vejo que em breve teremos problemas de instabilidade neste grupo, talvez o motivo da afirmação de Hurley no Flashforwad do episódio passado?

Novamente no Flashforward, vemos Sayid na Alemanha, procurando uma determinada rua em Berlim. Ele senta-se na mesa de uma bela jovem chamada Elsa, e conversa vai, conversa vem, e eles acabam marcando um jantar. Depois disso, ele telefone para alguém, afirmando que o contato foi feito, e depois joga o telefone no lixo.

ElsaSayid inicia um romance com a moça, que apesar dos insistentes questionamentos da moça, ele não dá detalhes do "trabalho" que veio realizar em Berlim, apenas diz que ele ficou mais do que o tempo esperado porque o trabalho ficou mais difícil. Ficamos sabendo que Elsa possui um chefe, um economista, que quando precisa dela, a bipa com um... bip. Aparentemente ele é o alvo de Sayid, pois quando eles foram sair juntos, Elsa queria deixar o aparelho em casa, mas Sayid não deixou.

No dia em que o aparelhinho apita (aliás, curioso ela utilizar um bip, pois é um aparelho totalmente fora de uso - em Lost nada é por acaso), Sayid pede para Elsa deixe a cidade, pois irão atrás dela fazer perguntas, eles discutem, ela pergunta se ele irá matar o chefe dela, e então atira em Sayid, ferindo-o no ombro. Ela não era tão inocente assim, e estava envolvida na história (seja lá qual for) até o pescoço. Ela marca de se encontrar com o Economista, e então Sayid a mata com um tiro. Depois disso ele se levanta e tira dela um bracelete muito semelhante ao de Naomi.

Será que Elsa estava com o nome na lista de Sayid, ou simplesmente ela foi uma vítima? Bom, eu acredito que Sayid não iria arriscar um tiro se ele tivesse que matá-la de qualquer forma. Mas o alvo principal devia ter sido o economista, pois caso contrário ele simplesmente a teria matado na primeira oportunidade e seguido caminho.

Voltando para a ilha, vemos Sayid, Kate e o chato do Miles, invadem a otherville, mas a encontram vazia. Miles faz uma observação interesante, sobre os balanços, e perguntou se eles tinham crianças ali. Mas sabemos que aquelas construções são realmente antigas, da época da Dharma, e sim, havia crianças ali na época (Ben era uma delas). Eles encontram Hurley amordaçado em um guarda-roupa, que afirma que Locke surtou, o deixou para atrás e partiu, mas antes passando pela casa de Ben.

Lá, Sayid encontra uma porta secreta, onde vemos várias roupas, e uma escrivaninha com vários passaportes[bb] (inclusive um brasileiro) e muito dinheiro de vários países. Aparentemente ele fazia muitas excusões para fora da ilha.

Então eles são emboscados por Locke, que toma suas armas. Tudo era um plano, e Hurley fazia parte dele! James tranca Kate no quarto, e ambos discutem sobre se vale a pena sair da ilha. Aparentemente o trambiqueiro está farto de viver em sociedade, e permanecer (de preferência com Kate) começa a lhe parecer atraente. Uma mudança drástica e interessante no personagem.

Sayid e Locke discutem, e Sayid afirma que deseja ir para o barco para vigiar os recém-chegados e descobrir as suas intenções. Ben Linus ouve tudo. Então eles entram em um acordo e trocam Charlotte por Miles (HUAHUAUAHUA, não sei quem levou a pior, se foi Miles ou Locke).

Voltando ao Flashforward, vemos o ferido Sayid entrar em uma clínica veterinária[bb], e ser tratado do ferimento pelo - OMG! - Benjamin Linus, que também saiu da ilha, e aparentemente é o chefe de Sayid. Ele coagiu o iraquiano a trabalhar como assassino para ele em troca da segurança de seus amigos. Agora só precisamos saber de que forma a segurança deles está sendo ameaçada.

Ben e Sayid

Cara, eu sou um grande fã de Ben Linus. O cara é despresível, manipulador e mentiroso, mas ele rouba as cenas em que participa. E também não ficou claro qual o papel dele na série, apesar de que está evidente a sua importância. Será ele um mocinho, afinal?

No final do episódio, também somos brindados com uma imagem que provavelmente será emblemática na série, com o helicóptero se afastando da ilha, e Sayid observando aquela vastidão verde perdida em uma vastidão maior ainda de azul.

O Download do arquivo bittorrent do episódio pode ser feita aqui.

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Crítica: Lost, segundo episódio da quarta temporada: Confirmed Dead

09 FEV 2008

Lost s04e02

Podem me chamar de fanboy, mas esta semana os fãs de LOST foram presenteados com outro excelente episódio, mais um indício que esta temporada tem tudo para arrepebentar.

Neste episódio, tivemos a volta dos flashbacks, mas não apenas de um personagem, mas de cinco. Fomos magistralmente apresentados a quatro novos personagens, que fazem parte da trupe da falecida Naomi.

Daniel FaradayConhecemos Daniel Faraday, um físico (ao menos diz ser), que ficou estranhamente emocionado com a descoberta dos destroços do vôo 815 da Oceanic. Faraday é o mais misterioso dos novos personagens, pois seu flashback não diz muita coisa sobre ele. Ele me parece uma pessoa meia ingênua, meia altista até, quase como se vivesse em um universo à parte. Faraday nos brindou com uma afirmação deveras intrigrante, que a luz na ilha é difusa e peculiar. Será que Carlos Alexandre Monteiro está correto em sua teoria de que a ilha fica no interior da Terra?

MilesConhecemos também o Miles (ele não gosta de que gastem seu sobrenome), um medium que oferece seus serviços paranormais em troca de dinheiro. O cara não me pareceu um charlatão, mas uma coisa ele é: uma pessoa chata pra cacete. Contudo, é ainda muito interessante e intrigrante. Acredito que ele nos dará algumas respostas para os mistérios da ilha, que agora estão claros, são de natureza espiritual (e pseudocientífica), e não científica como inicialmente (bem inicialmente mesmo, no início de LOST) nos fizeram acreditar.

Charllote LewisCharlotte Lewis, uma antropóloga que encontra vestígios de atividade DHARMA no meio do deserto da Tunísia. A quanto tempo aqueles restos de urso polar e coleira da Estação Hidra estarão ali? Eu aposto que algumas décadas... Provavelmente será esta a personagem que irá decifrar as mistériosas ruínas e o Pé Gigante de Pedra visto por Sayid?

Frank LapidusFomos apresentados também à Frank Lapidus, piloto do helicóptero que trouxe os quatro para a ilha. Aparentemente ele sentiu uma grande satisfação ao chegar na ilha. Talvez esta satisfação se deva por encontrar o fabuloso destino dos sobreviventes da ilha, que não estavam mortos afinal. Ou talvez ele esteja ali porque deseja se encontrar...

NaomiPor fim, ainda temos a oportunidade de ver Naomi com vida, em um flashback, onde ela contracena com o assustador Matthew Abbadon. Ela teria sido contratada pelo assustador homem de terno para prover a segurança dos membros disconexos de uma equipe tão incomum. Abbadon ainda afirma que não existem sobreviventes, e que cada membro do grupo tem um trabalho específico a cumprir. Se alguém ainda acreditar que Jack e Cia. caíram na ilha por acidente, por favor deixe o recinto...

E qual seria a missão prioritária deste grupo? Nada menos que capturar Ben Linus, o mentiroso manipulador e agora saco-de-pancadas oficial da ilha, que ganha uma nova importância, além de ser o detentor de muitos segredos da ilha. Qual será sua importância para Abbadon, e mais, para quem este trabalha? DHARMA? Indústrias Wildmore?

Por fim, Ben revela que possui um informante no navio cargueiro que trouxe os forasteiros...

Ben Linus ferido Bom, os sobreviventes não se dividiram em dois grupos por qualquer motivo, e está claro que o ponto de atrito entre os dois grupos será Ben Linus, que será disputado pelos que querem utilizá-lo como uma moeda de barganha para poder sair da ilha, não importando o que isso signifique (Jack), enquanto o outro grupo pretende permanecer na ilha, para aprender seus mistérios ou simplesmente permanecer em paz com ela (Locke).

Aguardemos!

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Crítica: Lost, primeiro episódio da quarta temporada - The Beginning of the End

02 FEV 2008

Lost s04e01 - The Beginning of the End

Após nove meses de espera, finalmente um novo episódio de Lost. O início do fim. Será que a espera valeu a pena?

Sim, eu digo! Foi um episódio fenomenal. Lost tem a incrível capacidade de se reinventar a cada temporada. Os que acham Heroes melhor, que me desculpem, mas vocês são fanfarrões! E Heroes é muleque!

Este episódio que inaugura a quarta temporada, intitulado The Beginning of the End ("o início do fim", para quem não entende ingrêis), é centrado no gordinho do Hurley, interpretado por Jorge Garcia. Geralmente escanteado como coadjuvante, além de não ser possuídor de uma interpretação elogiável, mas neste episódio ele se superou, mostrando que seu personagem também possui capacidade para desenvolver um episódio sério e importarnte.

Este episódio possui duas linhas temporais distintas, mas como no último episódio da terceira temporada, a ação se passa no presente, com os sobreviventes animados com a eminente volta para casa, e no futuro, onde Hurley está de volta à clínica psiquiátrica, depois de ser perguido e preso pela polícia. Este Flash Forward se passa antes do Flash Forward do episódio final da terceira temporada, pois Jack não está barbado.

Os pontos levantados durante os 41 minutos e 50 segundos de puro entretenimento de qualidade foram:

Os seis da Oceanic: Quem lê spoilers já deve estar sabendo, que aparentemente só seis pessoas deixaram a ilha. Temos o Hurley, a Kate, o Jack. Os demais são desconhecidos, inclusive o presunto que estava dentro do caixão do episódio final da terceira temporada. Aparentemente estas seis pessoas fizeram um acordo com a Oceanic ou com alguém que ainda vai se revelar, e além de ganharem a liberdade ainda levam de brine um passe livre para voar de graça, em troca do silêncio e/ou cooperação.

Charlie voltou: mas apenas como uma alucinação que assombra Hurley. Aparentemente ele deseja falar algo a Hurley, alguma terrível verdade que com certeza Hurley já sabe, mas não quer admitir. Os criadores da série parecem que possuem uma espiritualidade muito forte, ou uma visão bem particular da loucura. Talvez as duas coisas.

O homem assustador: Aparentemente ele é funcionário da Oceanic Airlines, e veio oferecer ao Hurley a oportunidade de ir para um estabelecimento clínico da própria empresa. Ele não se mostrou a que veio ainda, mas acredito que veremos ele outras vezes.

Hugo deseja voltar para a Ilha: No final do episódio, Hurley e Jack se encontram, e Hurley pede desculpas por ter escolhido o grupo de Locke, e afirma que eles deveriam tentar voltar para a ilha. O que será que aconteceu no grupo de Locke que o fez ficar tão arrependido?

Já na ilha, Hugo se encontra com Jacob: Ou pelo menos, com a cabana dele. Ben Linus afirmou que apenas pessoas especiais conseguem ver Jacob. Então o gordinho se enquadra dentro destas "pessoas especiais". Ao olhar pela janela da cabana, Hugo vê o pai de Jack (apesar de não saber disso) e logo depois vê um olho lhe observando. Não tem como saber de quem era este olho, mas alguns especulam que seja Locke. Eu não acho, acredito que tenha sido Jacob.

A divisão dos sobreviventes em dois grupos: Isso estava programado para acontecer, pois já tinha conhecimento disso na primeira temporada, mas era apenas um boato. Os sobreviventes estão agora em duas frentes, uma delas liderada pelo Jack, que são os que esperam que o barco de Naomi os resgatem, e o outro grupo, liderado por Locke, que acredita que o barco só trará mortes e desgraças.

Jack está totalmente desequilibrado: Ou ele sempre foi uma pessoa totalmente desequilibrada. Durante a série, especialmente nos últimos episódios, temos sempre a impressão que o desequilibrado da ilha é o Locke, sempre disposto a acreditar em qualquer coisa. Mas na verdade é que Jack é tão ou até mais desequilibrado que Locke. Eu digo isso porque ele tentou matar Locke e só não o fez porque a arma estava descarregada. Para Jack, ele não poderia estar errado, nem Locke poderia estar certo. Jack é o herói, ele vai resgatar os sobreviventes. ELE!

E o episódio termina com um helicóptero lançando um dos colegas de Naomi de paraquedas, sob muita chuva. Sempre que algo importante vai acontecer, chove. O próximo episódio promete! Até Quinta-Feira então!

A sim, o episódio contou ainda com várias participações especiais e easter eggs, como a aparição do ex-parceiro de Ana Lucia, e também do ex-patrão do Hurley no Mr. Clucks.

Download do Torrent do episódio: Mininova

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