Ultimamente eu tenho andado muito sem tempo, com minha mudança e outras coisas acontecendo na minha vida. Por isso o blog está tendo poucas atualizações.
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Mentira, o blog não está tendo poucas atualizações por causa disso. Bom, na verdade está, mas isso era planejado, apenas o motivo que é diferente. Inicialmente eu planejei relaxar nas atualizações do blog para poder trabalhar num novo layout e novidades no blog. Só que infelizmente muitas coisas aconteceram nas últimas semanas e como eu prefiro ter uma vida social a ficar em casa escrevendo no blog, deixei de dar notícias por aqui.
Mas apesar de mais ocupado que um cara com muitos compromisso, ainda arrumei tempo para fazer algumas coisas legais, mas não tive tempo de escrevê-las no blog. Então vou resumir aqui antes que meu chefe perceba que eu estou enrolando o serviço.
Heroes: Heroes é como uma droga química, você sabe que é ruim, mas continua assistindo. O episódio 4 da temporada atual chegou a chafurdar na lama do fundo do poço. É sério, eu me senti mal assistindo aquilo, parecia que minha vida estava sendo sugada pelo o que eu estava vendo. Mas é como dizem, depois que se chega ao fundo, só resta subir. A série foi melhorando gradativamente e hoje está passável, apesar de não assistir com muito ímpeto ou expectativas. Talvez seja melhor assim. Interessante notar que a série melhorou considerávelmente depois que o produtor Jeph Loeb deixou a série. Quem gosta de quadrinhos não costuma associar este nome a coisas boas. A um tempo atrás, eu comecei a escrever um artigo sobre como salvar Heroes de virar uma bosta monumental, e um dos meus pontos era tirar este cara. Nunca lancei o artigo, mas fico feliz de notar que eu estava certo!
Fringe: Ráá! Uma série muito boa que está me ajudando a aguardar a estréia da quinta temporada de LOST, mês que vem. Do mesmo criador de LOST (JJ Abrams), Fringe conta a história de uma agente do FBI que investiga casos que envolvem a chamada Ciência de Borda (Fringe Science), e conta com a ajuda de um cientista com larga experiência na área e que passou 16 anos em um manicômio, e também o filho deste, um cara de QI monstro e uma das maiores caras de bunda que já vi em uma série. Eu resenhei o primeiro episódio de Fringe a muitos meses atrás, antes do lançamento da série, quando o primeiro episódio "vazou misteriosamente" para a internet. A série é muito boa, mas não empolga como me empolguei com o início de LOST. Talvez seja porque o formato seja diferente, ou sei lá porquê. Enfim, a série é muito boa e recomendo!
REC: um filme de terror muito bom. Fazia tempos eu não assistia um filme de terror bom como este. Este filme espanhol conta a história de uma equipe de TV que vai acompanhar uma equipe dos bombeiros em uma chamada no meio da noite, e acaba ficando presa dentro um condomínio onde... alguma coisa acontece! Sério gente, este é aquele tipo de filme que quanto menos você saber melhor, mas se quiser saber mesmo, selecione o texto abaixo:
O filme tem aquele estilo de filmagem da Bruxa de Blair e Cloverfield, ou seja, tudo treme muito. Isso não é um problema para mim, mas algumas pessoas não gostam. mas na minha opinião, ajuda a dar o clima ao filme. A personagem principal deste filme, além de ser uma gracinha, é uma apresentadora de sucesso na espanha. Ela não interpreta muito bem, mas isso no final ajudou a dar uma certa verossimilhança ao filme.
O filme é bem tenso e assustador, mas eu teria me envolvido mais pela trama se eu nao estivesse cercado de amigos. Todos os amigos que eu NÃO chamei foram ver o filme. Sério, 2/3 das pessoas na sala eram conhecidas minhas. Se eu tivesse tentado chamar todas estas pessoas, eu não teria conseguido arrastar nem a metade.
A única coisa que eu não gostei, não foi nem no filme, foi nos trailer. Por incrível que pareça, passou o trailer do remake americano de REC antes mesmo de REC começar. É impressionante a velocidade de que o remake foi feito. Se bem que este tipo de filme não precisa de muito para refazer. O que eu acho um saco é este maldito costume dos Estadunienses de não gostar de assistir filme legendado.
Romance: para variar um pouquinho, um filme brasileiro. Uma história de amor muito legal, que envolve teatro, TV e também a peça da idade média Tristão e Isolda. É uma comédia romântica inteligente que não cai nos clichês do gênero no cinema nacional (ou seja, sexo, sexo, sexo). O cinema nacional de uma maneira geral tem melhorado muito em qualidade nos últimos anos. Mas precisa diversificar. Eu sou um grande fã de filmes fantásticos, como terror e ficção, que são dois nichos que não são muito valorizados em terras tupiniquins. Mas é um tipo de filme caro para ser feito, e com o incentivo que os cineastas têm, é até justificável.
Bom, e por hoje é só. Até a próxima.
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Um dos grandes filmes do ano, para mim, foi Wall-E, uma das mais fantásticas animações da Pixar.
A animação abaixo faz parte dos extras do DVD de Wall-E, e tem como protagonista Burn-E, um dos robozinhos da nave Axiom. Mais especificamente um que ficou preso do lado de fora da nave ao tentar trocar uma lâmpada.
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Saiu o novo trailer de Watchmen, adaptação da graphic novel homônima, escrita por
Deus Alan Moore.Esta HQ é muito muito importante para os quadrinhos, praticamente um divisor de águas. O trailer foi lançado com exclusividade pelo Omelete, em português, e copiado com exclusividade por mim.
Diferentemente de alguns nerds (que atualmente estão se Jaborizando), não estou tendo ataques de pelanca por causa do filme, ou dando saltos mortais duplos de raiva pelo fato que o final da revista foi alterada no filme. Não tiro a razão deles, mas o diretor Zack Snider é competente e merece ao menos o benefício da dúvida. Acredito sim que seja possível alterar o final e manter o conceito.
Naturalmente, eu preferiria que esta obra não fosse adaptada, dada as adaptações de outras obras deste autor. Mas vou assistir primeiro, antes de reclamar. Tem pelo menos um ponto positivo nisso tudo, é que a graphic novel será relançada, e o filme atrairá novos leitores, independente da qualidade ou não.
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FE-NO-ME-NAL. Se eu pudesse resumir o que achei de WALL-E em uma única palavra, seria essa. A Pixar conseguiu. De novo.
Sou um grande fã da Pixar, apesar de que (me envergonho em admitir) não assisti Carros ou Monstros S.A. Seu filme do ano passado, o Ratatouille, entrou facilmente no meu top de filmes, e agora WALL-E vai lhe fazer companhia.
O Cardoso e o pessoal do Judão está certíssimo. É horrível fazer crítica de filme bom. E WALL-E é excelente.
No filme, somos apresentados à WALL-E, acrônimo para Waste Allocation Load Lifter Earth-Class. Ele foi o único que sobrou de uma frota de robozinhos que foram deixados na Terra, quando nosso planetinha azul fica tão poluído que os humanos são obrigados a abandonar o planeta em uma imensa nave de cruzeiro, a Axiom.
Com o passar dos anos, o robozinho acaba aquirindo consciência e sentimentos, além de uma intensa curiosidade para com objetos humanos, os quais ele coleciona, enquanto continua a sua eterna tarefa de limpar nossa bagunça.
Mas sua rotina muda quando ele encontra Eva (EVE, no original), uma robozinha enviada à terra pelos humanos com o objetivo de descobrir se a Terra já voltou a ser habitável. Logo, uma amizade e um amor começa a se desenvolver entre os dois.
Realmente não sei mais o que escrever, pois não quero estragar nenhuma cena do filme. É algo que realmente vale a pena ser conferido, de preferência acompanhado de alguém que você goste. O filme é basicamente uma comédia romântica estrelada por robôs, e nada mais natural que assistir um romance com a sua namorada.
Este filme foi uma aposta arriscada da Pixar. É um filme onde os protagonista não falam, e boa parte do filme não tem fala alguma. Este também foi o primeiro filme da Pixar em que aparecem humanos de verdade, curiosamente apenas em imagens do passado.
Mas graças aos céus a Pixar inova a cada novo filme, e este filme arriscado se tornou um grande acerto.
O filme também contém várias citações à cultura pop. Por exemplo, a Eva foi inspirada nos designs da Apple, a empresa que criou o Ipod e o Iphone (além disso um Ipod aparece no filme). Auto, o robô que pilota a Axiom é a cara do HALL 9000. Mas a maior citação e homenagem do filme é o próprio protagonista, uma amálgama, tanto em comportamento e em aparência, a vários ícones pop. Para terem uma idéia,vejam a montagem que fiz no dia em que cheguei do cinema:

Além de uma (bela) história de amor, o filme também consegue fazer uma ótima crítica social e ecológica. Segundo os responsáveis pela obra, o filme foi pensado antes de toda essa preocupação ecológica que está na moda no momento. Se foi isso, então ponto para eles, e azar o nosso, pois pelo jeito nosso futuro vai ser igual aos dos humanos que aparecem no filme.
PS: o já costumeiro curta-metragem apresentado antes do filme também é divertidíssimo. Ele chama-se Presto! e é sobre um coelho esfomeado que apronta com o mágico. Muito bom!
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Esta crítica está saindo muito atrasada, mas como esta é uma nova definição para a minha vida, vai ser assim mesmo.
Como todos os 2,5 visitantes deste blog já devem ter visto e assistido, estreiou um novo filme do Hulk, o primeiro após 5 anos, tendo a dura missão de fazer o público esquecer o fracasso que foi o primeiro filme.
Apesar de chamar de fracasso, não considero o filme de 2003 ruim. Ele tem seus erros grotescos (cachorros-hulk? Hulk que cresce a medida que vai ficando mais irritado? blerrgh), mas não chega a ser um filme ruim. Concordo com o colega nerd Mario "Fanaticc" Abadde, que participa do excelente podcast Nerdcast. Ang Lee é um diretor autoral, que possui uma identidade própria. Além de não conhecer o personagem dos quadrinhos (apenas da série de televisão), é evidente que ele não faria um filme do Hulk, ele fez um filme do Hulk na visão de Ang Lee. Este diretor é conhecido por incluir dramas familiares em seus filmes, e com o filme do versão não foi diferente, pois foi criada uma tensão entre Bruce Banner e seu pai.
O resultado disso foi um filme mais psicológico, menos voltado para a ação. É evidente que a grande massa de leitores de quadrinhos e também o público geral, que tem em mente uma idéia pouco aprofundada do personagem iria desaprovar o filme.
Agora, sob a tutela da própria Marvel, o público recebeu exatamente aquilo que ela queria, um filme de ação divertido e muitas cenas de destruição. Apesar de não ter a profundidade psicólogica do anterior, este filme não deixa de ser um ótimo filme pipocão. Além disso, mostra outra faceta do gigante esmeralda, que não é feito apenas de dramas psicológicos, mas de musculos e fúria. O lado pop do personagem, por assim dizer.
Este filme, que inicialmente a maioria não deu muito crédito, veio surpriender pela escolha de atores reconhecidos. Edward Norton como Bruce Banner, Liv Tyler como Bety Ross, Tim Roth como Emil Bronsk, e William Hurt como general Ross. Todos grandes atores (bom, a Liv Tyler pode não ser uma grande atriz, mas continua linda como sempre, então cumpriu bem seu papel no filme) que acabaram por deixar sua marca nos personagens.
Também houve a participação de personagens coadjuvantes importantes, como o psicólogo Leonard Samson (interpretado por Ty Burrel), que nas histórias em quadrinhos é afetado pela radiação gama e ganha superforça e cabelos verdes (porque não né?) e também Samuel Sterns (Tim Blake Nelson), que já deu o primeiro passo para se tornar o vilão O Líder. Além disso, tivemos citações indiretas ao Capitão América, abrindo mais lacunas para o futuro e inevitável filme do personagem,e também do filme dos Vingadores. E (quase) finalizando as participações especiais, também temos a já tradicional participação de Stan "the man" Lee, e também do Lou Ferrigno, o Hulk do seriado antigo, desta vez devidamente homenageado.
Visualmente falando, o filme está longe de ser perfeito, mas não faz feio. Os efeitos especial cumprem seu papel, e as cenas de ação empolgam, a luta entre o Abominável e o Hulk é excelente, apesar de que esperava uma luta mais longa, com outro desfecho. Mas mesmo assim, vale seu ingresso!
E no final, quando dá entender que Bruce Banner ganhou algum controle sobre a transformação, adicionou-se mais um ótimo gancho para a união de vários heróis num futuro filme dos Vingadores. Falando em gancho (e finalmente fechando aquele papo de participações especiais), teve gancho mais direto e legal que a participação de Robert Downey Jr. como Tony Stark no final do filme? Meo Deos, mal posso esperar para ver todos estes hérois juntos. Estamos vivendo uma época cinematografica bem legal, onde todo um universo de quadrinhos está sendo adaptado para o cinema. Isso nunca aconteceu antes, e duvido muito que a DC/Warner consiga realizar a mesma façanha.
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Provavelmente os 1,2 visitantes assíduos deste blog devem pensar que eu esteja morto ou jogado em alguma sarjeta (não necessáriamente nesta mesma ordem). Mas a verdade é que estou tendo dias cheios e pouco tempo/saco para atualizar este cantinho da minha alma...
Bom, são 07:41 de uma manhã de domingo, e foi o tempo que encontrei para atualizar o blog (aff, precisor arrumar um tempinho para otimizar o blog e arrumar colaboradores... quem se candidatar levanta o braço o/).
Sex and the City é um filme sobre quatro mulheres diferentes, que se comportam de maneira diferente em relação ao sexo, e também em sua relação com a cidade de Nova York. O filme é baseado em um seriado homônimo que nunca cheguei a passar os olhos. Então foi uma experiência cinematográfica ruim? Não, surpriendentemente eu me divertir com o filme, apesar de que ele tem algums falhas (como todo filme pipocão).
No filme, ficamos sabendo o que aconteceu com as protagonistas depois que a série acabou. Duas delas casaram, e outra mantém um relacionamento de 5 anos com um modelo profissional, em Las Vegas. A única que manteve mais ou menos o mesmo estilo de vida foi Carrie Bradshaw, mais por motivos profissionais, pois ela era autora da coluna (e também livros) Sex and the City, e para tal ela precisa naturalmente, se relacionar.
Mas aí um acontecimento abala a vida das quatro protagonistas: Carrie iria se casar com Mr. Big, um coroa boa pinta (êpa), vindo de 2 casamentos fracassados.
O filme cumpre seu papel de divertimento. Não posso dizer o quanto ele foi fiel à série, pois nunca vi nenhum episódio... Mas evidentemente o filme tem seu charme tanto para o público masculino, quanto para o feminino, apesar de que seja um filme feito para ELAS. É um divertimento extra ver o que as protagonistas estão vestindo, reconhecer marcas famosas. Além disso, o filme não faz cerimônia e mostra algumas cenas picantes e peitinhos (para a alegria dos marmanjões) e até um nu masculino frontal (por poucos segundos, felizmente).
Mas o filme tem seus defeitos. Por exemplo, o comportamento das protagonistas parece mais de uma adolescente que de uma mulher de 40 e poucos anos. Muito infantil, e o filme se apoia nisso para caminhar. Bom, pode ser que este tipo de comportamento de adolescente fizesse sentido na série, mas ela acabou em 1998, e 10 anos depois (eu, pelo menos) esperaria um pouco mais de amadurecimento emocional por parte delas.
Mas o filme fechou bem a série, dando um desfecho às protagonistas. Estão falando em continuação, mas por favor, NÃO! O filme é bom, mas uma vez só já basta. Deixem a série terminar com um pouco de dignidade... Não terei o menor interesse em ver quase-sessentonas se comportando como garotinhas de 16 anos. :-)
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Salve amigos! Esta crítica deveria ter saído a algum tempo, mas infelizmente ela vai agora mesmo.
Confesso que não dava muita bola para o alterego do Tony Stark nos quadrinhos. Esta situação foi mudando gradativamente, graças em parte a excelente mini-série Extremis, onde Starks utiliza uma tecnologia que altera seu corpo, fazendo com ele se tornasse uma espécie de deus das máquinas, podendo inclusive controlá-las à distância. Posteriormente, o destaque maior que o personagem ganhou no cenário principal da Marvel (chamado de Universo 616), na Guerra Civil e também se tornando diretor da Shield me fez um fã do Homem de Ferro.
Depois dos excelentes trailers, estava com uma expectativa bastante alta por este filme. Fiquei receioso de que a grande quantidade de material de divulgação estivesse anunciando um filme
Graças aos Deuses Nórdicos, a Marvel Studios nos presenteou com um grande filme, um filmaço! No filme acompanhamos Tony Stark, um Bilionário e gênio, dono de uma industria de armas e principal fornecedor do exército norte-americano. Após uma demonstração de uma nova arma, seu comboio é atacado por rebeldes afegões, e ele é sequestrado, ferido mortalmente e obrigado a construir um míssel Jericho.
Em vez disso, ele constrói uma armadura e a utiliza para fugir, mas durante o processo, seu colega de cela morre. Esta experiencia faz com que Tony mude sua política, e após o resgate, declara que sua empresa não irá fazer mais armas, o que deixa o seu sóci, Obadiah Stane, nem um pouco contente...
O diretor Jon Favreau foi muito feliz em sua adaptação. Conseguiu atualizar a origem do personagem (antes ele estava ligado à Guerra do Vietnam) e também conseguiu transferir a essência dos personagens. Muitos deles estão diferentes de suas versões quadrinísticas (o próprio Tony Stark está cheio de piadinhas e gags), mas ainda assim respeitam os personagens originais. Também acertou ao colocar a Pepper como quase par romântico do herói. Isso foi bastante respeitoso à história de ambos, pois Tony sempre foi apaixonado secretamente pela sua secretária, mas que foi infrutífero devido ao envolvimento profissinal de ambos.
O filme é redondinho, sua história começa e termina bem sem pontas para serem aparadas. Se for para eu citar pontos negativos do filme, eu poderia citar a passagem de tempo imprecisa no início do filme, quando ele está preso na caverna. Você pode acabar pensando que ele constrói a armadura em poucos dias, quando na verdade se passaram meses.
Outra coisa que eu não gostei muito foi da luta final, que poderia ser um pouco mais fodástica... Mas não chega a tirar o brilho do filme.
Outra coisa que ficou muito bom foram as três armaduras que aparecem no filme (MARK I, II e III) ficaram muito bem na tela grande.Aparentavam serem bem reais, terem substância e peso. Isto deve-se ao fato de que o diretor preferiu construir modelos físicos das armaduras, em vez de simplesmente fazê-las digitalmente.
O filme possui uma série de easter eggs para os fãs ficarem catando enquanto assistem. Temos citações ao Mandarim, à SHIELD, ao Máquina de Guerra, a já tradicional participação de Stan "the man" Lee (fazendo o papel do dono da Playboy, hauhuahua), além de um gancho fenomenal depois dos créditos! Se a tela clarear antes dos créditos acabarem, batam o pé e exijam ver, pois é muito massa!
Agora, que venha o filme do Hulk! E do Thor! E o próximo Homem de Ferro! E do Capitão América! Avante Vingadores!
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Antes de mais nada, Um Plano Brilhante (Flawless, no título original) é um bom passatempo, se você por acaso estiver enquadrado numa categoria que eu chamo de "escolhi-qualquer-filme-apenas-para-não-ter-ido-em-vão- depois-que-as-pessoas-com-quem-você-marcou-não-puderam-ir". Não é exatamente uma jóia (sacaram? Jóia, brilhante, diamente?), mas tem coisa muito pior por aí. Um filme de roteiro mediano, mas que prende sua atenção, estrelado por belo naipe de atores.
O filme começa com uma entrevista de Laura Quinn (a ainda gostosa Demi Moore) para uma matéria sobre mulheres que venceram na vida profissional em um ambiente dominado por homens. Então somos levados à Londres dos anos 50, quando a srta. Quinn trabalhava para a poderosa London Diamond Corporation, a maior empresa fornecedora de diamantes do mundo.
Em um mundo capitalista e competitivo, Laura era constantemente subestimada e passada para trás por seus colegas homens, não importando o quanto ela se esforçasse e fizesse hora extra. E numa destas horas extras ela convive com o fachineiro Sr. Hobbs (interpretado pelo Michael Caine), um simpático e manco velhinho inglês.
Mas logo ela percebe que o simpático velhinho não é nem um pouco inocente, e acaba envolvida em um plano, desenvolvido durante os 16 anos de serviço do faxineiro.
Apesar de parecer forçado que um idoso tenha um plano para roubar um dos lugares mais seguros do mundo (e realmente não deixa de ser), o filme faz parecer que a idéia do Sr. Hobbs irá realmente funcionar, apesar das complicações inesperadas, como a instalação de um circuito fechado de TV.
Contudo, o filme apresenta falhas em seu roteiro, quando percebemos que as intenções do sr. Hobbs não eram meramente gananciosas. Então a execução do plano, que parecia difícil mas não impossível, torna-se forçada e inacreditável.
O filme também conta com a presença de Lambert Wilson, o Merovíngio de Matrix, interpretando o inspetor Finch, requisitado para para desvendar o roubo.
Como frisei no início deste texto, o filme não é perfeito, mas consegue prender sua atenção até o final. Se vale o preço do ingresso eu não sei, pois não era o filme que pretendia assistir neste dia.
Até a próxima!!
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Passei um tempo viajando, por isso fiquei impossibilitado de postar as críticas das séries e filmes assistidos durante as últimas semanas. Resolvi fazer um resumão rápido, apenas para não passar em branco.
Por exemplo, durante o tempo que eu estive fora, assisti todos os episódios que saíram na segunda temporada de Jericho, que estavam acumulados em algum lugar do meu HD. Jericho é o nome de uma cidadezinha do interior dos Estados Unidos que fica isolada do resto do país quando o mesmo sofre um ataque terrorista nuclear.
Inicialmente essa série parecia que tentaria seguir os caminhos de LOST, incluindo vários misteriozinhos, e um grande mistério na trama principal. Felizmente eles mudaram de idéia, ou teria sido um saco. Não é fácil fazer mistério, e a série evidentemente não estava conseguindo um bom ritmo. Contudo, ficamos sabendo que a série só teria uma temporada e depois seria cancelada. Então a história começou a se desenrolar em ritmo alucinante, virando uma série de ação. Isso tornou tudo muito mais interessante.
Então veio o final da série. Os fãs protestaram, e conseguiram que a série retornasse com mais 7 episódios, e se a audiência fosse boa, ela continuararia. Infelizmente não foi isso que aconteceu e a série obteve um público ainda menor que antes. A série ainda tem uma pequena chance de sobrevivência, caso ela migre da TV aberta para a TV a cabo.
Assisti a 6 dos 7 episódios, e posso dizer que ela manteve o bom nível dos últimos episódios da temporada passada, com alguns mistérios e também muita ação. O foco agora está no novo governo que se formou, e a compainha privada que está por trás dela. Tudo indica que esta compainha está por trás dos ataques nucleares.
Assistirei o episódio 7 e escreverei uma resenha completa sobre ele nos próximos dias.
Também saíram dois episódios de LOST durante esse período. Foram os dois últimos episódios antes de um hiato de 1 mês, quando a série voltará novamente com mais cinco episódios.
Bom, na verdade foram três episódios durante esse tempo que eu estava fora, pois não resenhei o episódio que saiu durante a semana que viajei. Mas foram 3 bons episódios. A série tem mantido seu nível de qualidade elevado, apesar de que (compreensivamente, devo dizer) nenhum deles é superior a The Constant.
Em The Other Woman, vemos um flashback de Juliet, e descobrimos mais um grau de filhaputice de Benjamin Linus. O olhudo tem uma fixação por loiras (provavelmente devido à sua fixação pela imagem da mãe), e por causa disso possui forte sentimento de "posse" por Juliet, a ponto de mandar o amante dela, Goodwin, para a morte certa. Na ilha, vemos a dupla Charlotte Lewis e Daniel Faraday, tentando desativar uma nova escotilha, a Tempestade, para impedir que Ben libere um gás que mate todos na ilha. Como falei acima, este episódio manteve o bom nível, apesar de que houve furos sérios na história. O primeiro é que Charlotte e Daniel preferiram agir na surdina em vez de pedir a ajuda dos outros, visto que a segurança de todos estava em risco. A menos que houvesse algo mais a se fazer na Tempestade que os outros não poderiam saber. O outro furo diz respeito a esse gás que mataria todos na ilha. Ele já foi liberado uma vez, no episódio de Ben. Mas como é que ele mata apenas humanos? Os animais não são afetados? Bom, existe substâncias que afetam negativamente os animais, mas não o homem (por exemplo, chocolate), e provavelmente deve haver algo que só afete humanos e deixe os animais em paz, mais isso é no mínimo mal explicado.
Em Ji Yeon, somos brindados com uma inovação na narrativa da série, o que tornou o final deste episódio muito bom, delicioso. Acompanhamos ao mesmo tempo um FB de Jin um FlashForward de Sun. O tempo todo pensamos que Jin está correndo para chegar a tempo ver o parto da mulher, mas no final descobrimos que a história de Jin se passava antes dele se casar e ele estava fazendo um serviço para o pai da Sun. No FF, descobrimos que Jin aparente morre, e Sun visita seu túmulo com Hurley e sua filha Ji Yeon, que nasceu fora da ilha. No tempo presente, vemos o encontro de Sayid e Desmond com o capitão do navio. Este informa aos dois que o navio é propriedade de Charles Widmore, e que eles estão em missão de capturar Ben Linus e descobrir porque ele teve tanto trabalho para encobrir o acidente do vôo 815. E no final, ainda descobrimos que o espião de Ben no navio é Michael, sob a alcunha de Kevin Johnson!
Finalmente, em Meet Kevin Johnson, ficamos sabendo o que Michael esteve fazendo fora da ilha e como se tornou espião de Ben. Michael estava muito depressivo e com a consciência pesada, pois revelou a Walt que matou duas pessoas para tê-lo de volta, e isso acabou afastando o garoto dele (ele está na casa da avó). Ele resolve então se suicidar em um acidente de carro, mas não consegue.
Depois, compra uma arma para tentar mais uma vez, mas antes que tentasse ele se encontra com Tom, que afirma que a ilha não o deixará morrer, pois ele tem algo a fazer. Ele dá seu endereço para o confuso Michael e parte. Michael vai de encontro a Tom depois de mais uma tentativa de suicídio mal sucedida, e descobrimos o que o Mr. friendly era o personagem homosexual da trama (nada de muito importante, apenas uma curiosidade). Então Tom apresenta provas de que Charles Widmore armou a farsa do acidente 815, que ele tem muito interesse na ilha e que caso ele a encontre, todos na ilha morrerão. Tom o convence a embarcar no navio, para sabotá-lo/afundá-lo. Lá, ele tenta armar uma bomba na casa de máquinas, que na verdade era falsa (era pegadinha do Malandro, RÁÁÁÁÁÁ!). Em uma transmissão de rádio Ben informa que quando está em guerra ele faz qualquer coisa para ganhar, exceto matar inocentes (e quem seriam estes afinal?). No final do episódio, Sayid revela ao capitão que Michael era o responsável por sabotar o navio e que ele era um espião. Mas o capitão não pareceu muito surpreso.
Este episódio mantevesse interessante, como os demais, mas não foi bem dirigido... Aconteceram muitas coisas com Michael enquanto ele estava fora da ilha, em um curto período de tempo. Mas tirando isso, é um ótimo episódio!
Também fui ao cinema duas vezes assistir a 10.000 A.C. e As Crônicas de Spiderwick.
10.000 A.C. é um filme absolutamente... qualquer nota! Totalmente dispensável. Espere passar na sessão da tarde. Ele conta a história da "primeira história épica de amor da humanidade". O personagem principal é um mamão que não faz nada o filme todo. Pelo menos duas vezes, os perigos simplesmente se jogam sobre sua lança quando se aproximam. Além do mais, as profecias fazem todo o trabalho pesado, deixando o garoto com a glória. O filme ainda apresentou uma curiosidade, mostrou a construção das pirâmides, coisa que não aconteceu a 12.000 anos atrás. É apenas um toque de fantasia do roteirista, que ainda colocou os construtores da pirâmide como sendo sobreviventes de Atlântida ou extraterrestres.
Já As Crônicas de Spiderwick é bobinho, mas muito divertido. De fato, foi mais proveitoso vê-lo que o filme anterior. O filme conta a história de um garoto, que ao se mudar para a nova casa no meio de uma floresta, acha um livro que descreve toda sorte de criaturas fantásticas que vivem ocultas dos olhos humanos, por magia ou mimetismo. Então o garoto precisa se proteger e proteger sua família de um Ogro que deseja colocar as mãos no Tomo e utilizar seu conhecimento para obter poder. Este filme foi de certa forma uma surpresa, pois cheguei atrasado e não pude ver o filme que gostaria, e acabei entrando nesse. Arrume a desculpa de levar o filho, um sobrinho ou irmão para o filme, e assista-o sem compromisso nenhum, que será um ótimo passatempo.
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Atenção: esta crítica é para um filme que não recomendo. É tanto que resolvi contar o final do filme. Se você tem alguma esperança de assistir o filme e gostar, não leia ;).
Este domingo eu fui assistir a Paranoid Park, um filme digirido por Gus Van Sant, diretor que também dirigiu Elephant, e tirando um pequeno e belo detalhe particular (que não vou compartilhar com vocês) eu poderia dizer sem sobra de dúvida que ver este filme foi perda de tempo.
Paranoid Park conta a história de Alex, um adolescente, estudante e skatista que na sua primeira noite visitando uma praça muito popular entre os skatistas da cidade, o tal Paranoid Park do título, resolve ir na estação ferroviária acompanhado de outro freqüentador do local para pegar carona nos trens, em busca de emoção. Acontece que eles são vistos por um vigilante do local, e ao tentar não ser capturado, ele derruba o vigilante nos trilhos com um golpe de skate, e o trem que estava passando termina o serviço (a cena é a melhor do filme e é chocante - poderia muito bem estar no filme do Rambo).
A partir daí o garoto começa a ficar nervoso, paranóico e também a mentir para a família (com pais em processo de divorcio) e para a namorada (a bonequinha Taylor Momsen). Por fim, ele liga o whatever mode e fica num estado apático, a ponto de parecer um boneco invertebrado enquanto fazia sexo com sua namorada pela primeira vez (ao que parecia, apenas dela).
Pessoas, não me levem a mal quando digo que não recomendo este filme. Ele tem vários pontos positivos. É super bem dirigido, e é todo filmado de forma não-linear, mas mesmo assim funciona perfeitamente. Contudo, ele é um filme muito parado. Passei boa parte do filme na espectativa que algo interessante acontecesse. Que o policial Lu (interpretado por Daniel Liu) o identificasse como um suspeito, ou que sua namorada/família/amigo descobrisse. Mas nada disso acontece.
No final (e é aqui que eu conto o final do filme), quando Alex está no auje da culpa, uma amiga sugere que ele escreva uma carta, contando o que o aflige, e depois fizesse algo com ela. Desse a alguém, escondesse, ou mesmo a queimasse. O garoto passa o filme todo escrevendo a bendita (como disse, o filme é todo não-linear) e no final, ele a queima, e... o filme acaba. Sim, é isso mesmo. Nada acontece.
Este filme é o típico filme de festival, feito para ganhar prêmios. Tanto que foi premiado em Cannes e no Independent Spirit Awards, segundo o IMDB. Mas fora deles (considerando que você não seja aqueles pseudo-intelectuais chatos), é melhor que você procure uma boa sessão de algum filme pipoca, coloque o cerébro no automático e seja feliz.
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