Atenção! Este texto pode conter revelações da trama!
Após uma pausa de um mês e meio, Fringe retorna explodindo nossas cabeças!
Como um excelente aperitivo antes do prato principal, Fringe re-estreiou na Terça-Feira, um dia antes da quinta temporada de LOST. Um episódio muito bom, muito corrido e com várias subtramas, mas ao mesmo tempo muito bem feito. Ele gira em torno do sequestro da agente Olívia Dunham, e posteriormente no assassinato de acadêmicos ligados à area de epidemiologia, e a ligação entre ambos.
Neste episódio somos apresentados a dois novos personagens, ou dois e meio, se preferir. Primeiro, conhecemos a irmã de Drunham, Rachel, que parece que veio para ficar algum tempo, e acompanhada de sua filha, além de obviamente os seus problemas. Também conhecemos o amigo que Broyles tanto defendeu no primeiro episódio, e que teve a carreira quase arruinada devido a uma investigação da Agente Drunham, e também ao fato de que ele usou de sua posição para assediar três subordinadas.
Acontece que, numa daquelas viradas do destino que costuma revoltar as pessoas que se dedicam ao progresso profissional, o elemento acabou sendo designado pelo pentágono como responsável direto pelas investigações sobre a Ciência de Borda. Então ele de certa forma é o chefe de Broyles agora, e ele vai se certificar que Drunham está fazendo seu trabalho direito. E com isso quero dizer que ele irá fazer da vida da agente um inferno usando diversos e refinados graus de filhadaputismo. De fato, a primeira impressão que tive dele era de que ele seria um Diretor-Assistente Walter Skinner, só que totalmente cínico e filha da puta.
Aliás, devo dizer que a cena em que este personagem é apresentado ficou muito bem construída. Tensa até o final, ela cumpriu com sucesso o trabalho de apresentar um antagonista e ao mesmo tempo nos fazer odiá-lo como se o conhecermos a várias temporadas.
Outra coisa que J. J. Abrams nos introduziu (êpa!!) foi uma nova dimensão na trama. Sim, pois se ficasse naquele esquema, de caso insolucionável solucionado pela equipe Drunham, a série não duraria até o episódio 10. Agora temos sérias dúvidas no papel de cada um na trama. Nos primeiros episódios tivemos um vislumbre disso, com Broyles se reunindo com Nina Sharp, personagem que pelo o que indicava, seria uma antagonista, mas atualmente, não sabemos se ela está diretamente envolvida com a Fringe Science ou se simplesmente ela está investigando os casos (meu palpite é: um pouco de cada).
Um ponto menor, mas ainda assim curioso, foi o Dr. Bishop tentando da sua maneira meio louca ser alcoviteiro entre Peter Bishop e Olivia Drunham. Normalmente eu não tocaria neste tópico. Num seriado normal, isso significaria exatamente o que mostrava, ou seja, Peter e Olivia ficariam de casinho. Mas em Abrams I trust, e tenho certeza que Fringe não caminhará para este clichê. De fato, fiquei sabendo por aí que Peter e Olivia teriam algum tipo de relacionamento, mas ele não seria convencional.
E por hoje é só pessoal. Cheers!
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Amigos, como passaram de ano?
Vim aqui só avisar rapidamente que hoje estréia a nova temporada da nossa série preferida, LOST, e já estou esquentando os motores do meu bittorrent comprando minha passagem para os Estados Unidos para poder acompanhar a série em tempo real.
Falando em estréia, Nossa outra série preferida, Fringe,começou a ser exibida novamente ontem. o link direto para - anran - a "passagem de avião" é este.
Logo logo voltarei e comentarei estes novos episódios. Até mais! Cheers!
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Ultimamente eu tenho andado muito sem tempo, com minha mudança e outras coisas acontecendo na minha vida. Por isso o blog está tendo poucas atualizações.
...
Mentira, o blog não está tendo poucas atualizações por causa disso. Bom, na verdade está, mas isso era planejado, apenas o motivo que é diferente. Inicialmente eu planejei relaxar nas atualizações do blog para poder trabalhar num novo layout e novidades no blog. Só que infelizmente muitas coisas aconteceram nas últimas semanas e como eu prefiro ter uma vida social a ficar em casa escrevendo no blog, deixei de dar notícias por aqui.
Mas apesar de mais ocupado que um cara com muitos compromisso, ainda arrumei tempo para fazer algumas coisas legais, mas não tive tempo de escrevê-las no blog. Então vou resumir aqui antes que meu chefe perceba que eu estou enrolando o serviço.
Heroes: Heroes é como uma droga química, você sabe que é ruim, mas continua assistindo. O episódio 4 da temporada atual chegou a chafurdar na lama do fundo do poço. É sério, eu me senti mal assistindo aquilo, parecia que minha vida estava sendo sugada pelo o que eu estava vendo. Mas é como dizem, depois que se chega ao fundo, só resta subir. A série foi melhorando gradativamente e hoje está passável, apesar de não assistir com muito ímpeto ou expectativas. Talvez seja melhor assim. Interessante notar que a série melhorou considerávelmente depois que o produtor Jeph Loeb deixou a série. Quem gosta de quadrinhos não costuma associar este nome a coisas boas. A um tempo atrás, eu comecei a escrever um artigo sobre como salvar Heroes de virar uma bosta monumental, e um dos meus pontos era tirar este cara. Nunca lancei o artigo, mas fico feliz de notar que eu estava certo!
Fringe: Ráá! Uma série muito boa que está me ajudando a aguardar a estréia da quinta temporada de LOST, mês que vem. Do mesmo criador de LOST (JJ Abrams), Fringe conta a história de uma agente do FBI que investiga casos que envolvem a chamada Ciência de Borda (Fringe Science), e conta com a ajuda de um cientista com larga experiência na área e que passou 16 anos em um manicômio, e também o filho deste, um cara de QI monstro e uma das maiores caras de bunda que já vi em uma série. Eu resenhei o primeiro episódio de Fringe a muitos meses atrás, antes do lançamento da série, quando o primeiro episódio "vazou misteriosamente" para a internet. A série é muito boa, mas não empolga como me empolguei com o início de LOST. Talvez seja porque o formato seja diferente, ou sei lá porquê. Enfim, a série é muito boa e recomendo!
REC: um filme de terror muito bom. Fazia tempos eu não assistia um filme de terror bom como este. Este filme espanhol conta a história de uma equipe de TV que vai acompanhar uma equipe dos bombeiros em uma chamada no meio da noite, e acaba ficando presa dentro um condomínio onde... alguma coisa acontece! Sério gente, este é aquele tipo de filme que quanto menos você saber melhor, mas se quiser saber mesmo, selecione o texto abaixo:
O filme tem aquele estilo de filmagem da Bruxa de Blair e Cloverfield, ou seja, tudo treme muito. Isso não é um problema para mim, mas algumas pessoas não gostam. mas na minha opinião, ajuda a dar o clima ao filme. A personagem principal deste filme, além de ser uma gracinha, é uma apresentadora de sucesso na espanha. Ela não interpreta muito bem, mas isso no final ajudou a dar uma certa verossimilhança ao filme.
O filme é bem tenso e assustador, mas eu teria me envolvido mais pela trama se eu nao estivesse cercado de amigos. Todos os amigos que eu NÃO chamei foram ver o filme. Sério, 2/3 das pessoas na sala eram conhecidas minhas. Se eu tivesse tentado chamar todas estas pessoas, eu não teria conseguido arrastar nem a metade.
A única coisa que eu não gostei, não foi nem no filme, foi nos trailer. Por incrível que pareça, passou o trailer do remake americano de REC antes mesmo de REC começar. É impressionante a velocidade de que o remake foi feito. Se bem que este tipo de filme não precisa de muito para refazer. O que eu acho um saco é este maldito costume dos Estadunienses de não gostar de assistir filme legendado.
Romance: para variar um pouquinho, um filme brasileiro. Uma história de amor muito legal, que envolve teatro, TV e também a peça da idade média Tristão e Isolda. É uma comédia romântica inteligente que não cai nos clichês do gênero no cinema nacional (ou seja, sexo, sexo, sexo). O cinema nacional de uma maneira geral tem melhorado muito em qualidade nos últimos anos. Mas precisa diversificar. Eu sou um grande fã de filmes fantásticos, como terror e ficção, que são dois nichos que não são muito valorizados em terras tupiniquins. Mas é um tipo de filme caro para ser feito, e com o incentivo que os cineastas têm, é até justificável.
Bom, e por hoje é só. Até a próxima.
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Pois é amigos, voltei, e comigo, as críticas cinemásticas habituais de sempre.
Faz algum tempo que não ia ao cinema, pois o dinheiro anda curto, o tempo escasso e os filmes não estavam me despertando interesse... Mas ontem uma turma me chamaou para ir no cinema ver o filme novo do 007, interpretado por Daniel Craig, conhecido como o Tiririca Bond.
Esta resenha vai ser rápida como coceira de coelho. Primeiro porque eu estou matando trabalho para escrevê-la, e segundo, porque o filme não tem muito o que ser comentado. Devo avisar que não sou um grande conhecedor de James Bond, e tirando alguns fatos e personagens que são de conhecimento geral, eu sei de 007 quanto sei sobre o ciclo reprodutivo de macacos antropóides africanos.
Este filme é uma continuação direta do filme anterior, e mostra o James Bond mais feio de 3 universos parelelos buscando vingança contra o responsável pela morte de sua amiga, colega de trabalho ou peguete do filme anterior. Não sei responder com certeza o que ela era, pois não vi o filme. Possivelmente ela era os três.
O filme já começa com uma cena de ação, a obrigatória perseguição de carro, que por sinal é uma das melhores do filme. Percebe-se logo que o filme de James Bond está mais violento, "mais verossímil", mas nem um pouco realista.
Em determinado momento, James Bond recebe a ajuda de uma pela morena, que também busca vingança contra o assassino da sua família. O que pode ser melhor que fuzilar alguns bandidos ricaços acompanhado de uma morena? Eu digo, é fuzilar bandidos ricaços acompanhado de uma ruiva. Pena que esta não durou muito...
De uma maneira geral, o filme não passa de um filme de ação qualquer. Eu consigo imaginar Daniel Craig como um espião, pois ele é de uma aparẽncia (feia) bem comum, coisa que todo espião realista precisa ser. Mas na minha opinião ele não cai bem como James Bond, e não é reclamando da beleza, isso eu deixo para as mulheres falarem. É que simplesmente todo o filme não combina com o universo mirabolante de James Bond que conhecemos, com seus vilões com planos megalomaníacos e bugigangas.
O enredo do filme é fraco e corrido, com vários furos que te fazem perder 1 segundo e perguntar: "como é que esse cara foi parar aí?", "Como eles fizeram isso sem chaamar atenção?, e outras. O filme termina em um complexo no meio do nada, construído convenientemente de forma que se uma das células de hidrogênio que alimentam o lugar explodir, irá iniciar uma reação em cadeia que irá detonar o prédio.
Finalizando, se você for ao cinema de graça, o filme pode ser um bom divertimento, basta apenas não ligar para os furos no roteiro. Mas não vale a pena o preço do ingresso, ou o aluguel do DVD. Melhor assistir na Tela Quente alguns anos depois.
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Um dos grandes filmes do ano, para mim, foi Wall-E, uma das mais fantásticas animações da Pixar.
A animação abaixo faz parte dos extras do DVD de Wall-E, e tem como protagonista Burn-E, um dos robozinhos da nave Axiom. Mais especificamente um que ficou preso do lado de fora da nave ao tentar trocar uma lâmpada.
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Saiu o novo trailer de Watchmen, adaptação da graphic novel homônima, escrita por
Deus Alan Moore.Esta HQ é muito muito importante para os quadrinhos, praticamente um divisor de águas. O trailer foi lançado com exclusividade pelo Omelete, em português, e copiado com exclusividade por mim.
Diferentemente de alguns nerds (que atualmente estão se Jaborizando), não estou tendo ataques de pelanca por causa do filme, ou dando saltos mortais duplos de raiva pelo fato que o final da revista foi alterada no filme. Não tiro a razão deles, mas o diretor Zack Snider é competente e merece ao menos o benefício da dúvida. Acredito sim que seja possível alterar o final e manter o conceito.
Naturalmente, eu preferiria que esta obra não fosse adaptada, dada as adaptações de outras obras deste autor. Mas vou assistir primeiro, antes de reclamar. Tem pelo menos um ponto positivo nisso tudo, é que a graphic novel será relançada, e o filme atrairá novos leitores, independente da qualidade ou não.
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Atenção: este artigo fala de GURPS, o sistema de RPG preferido e que me introduziu ao jogo. Por favor, evitem comentários do tipo "sistema X é melhor". E os que acham GURPS complicado, vão calcular trajetória parabólica de granada em Shadowrun!
E aí pessoas, ogros e humanóides em geral...
Como falei no último post, além de estar voltando à ativa deste pobre, porém limpinho blog, estou também voltando a jogar RPG. Mudei completamente de personagem, saindo de artista marcial, para ex-viking mercenário, que todos teimam em chamar de bárbaro simplesmente por que uma vez eu interpretei magistralmente um em uma unica sessão, a muito tempo atrás... Enfim, estou divagando.
Hoje eu vim aqui expor uma idéia que eu tive quando discutia a sessão com um amigo, que na verdade é o Narrador (ou Dungeon Master, ou Mestre, o que preferirem). Na verdade a idéia pode não ser minha, eu posso ter lido ela algo parecido a muito tempo atrás e não lembrar de nada. Minha menta anda muita confusa devido à sobrecarga de informação...
Bem, vamos lá. Conversando com meu amigo, comentei em determinado momento que conseguir itens mágicos é muito bom, mas tendem a desbalancear os jogadores, deixando alguns jogadores fortes demais e obrigando o mestre a nivelar os desafios por cima, ou distribuindo itens mágicos a granel para tentar equilibrar as coisas.
Então eu sugeri que os itens mágicos fossem pagos com pontos de experiência. Na quarta edição de GURPS, itens mágicos podem ser construídos como se fossem personagens. Infelizmente, a digníssima Devir nunca lançou a quarta edição em português, apesar das promessas. Acho que eles estão mais interessados em lançar quadrinhos hoje em dia. Então temos que nos virar com traduções porcas mas de coração feitas por fãs e arquivos baixados livros importados.
Então... A lógica é a seguinte: o jogador que recebe um item mágico qualquer, de digamos, 20 pontos de personagem, é como se ele ganhasse uma vantagem de 20 pontos, com a única diferença é que esta vantagem pode ser roubada, quebrada ou perdida. Ele se torna 20 pontos mais forte que os demais jogadores, fazendo com que o grupo antes equilibrado, fique desbalanceado.
O poder corrompe, e não é incomum o jogador começar a abusar do item, às vezes em detrimento do andamento da campanha ou do divertimento do colega. Então o mestre arruma um jeito bem fajuto do item desaparecer ou ser destruído, para desgosto do jogador.
Bom a regra de GURPS é clara: quando um jogador adquire uma vantagem durante o jogo, ele deve pagar por ela em pontos de personagem. Se por um motivo qualquer, ele perder esta ou qualquer outra vantagem, ele não receberá os pontos de volta (nota de mestre: Ha-Ha!). A única coisa que eu posso levar crédito é expandir esta regra para os itens mágicos.
Com isso, adiciona-se um pouco de controle e equilíbrio à sessão, sem necessariamente tirar o item do jogador ou distribuir itens para os demais.
O jogador não precisa necessariamente gastar todos os pontos de personagens que ele estava juntando para elevar algum atributo assim que ele recebe o item mágico. Ele pode "parcelar" o gasto, gastando o mínimo de um ponto por sessão de jogo, até terminar de paga-lo completamente.
Além disso, esta regra tem uns desdobramentos interessantes.Em primeiro lugar, ela é de uma certa forma realista. Veja bem, um item mágico, nada mais é que uma ferramenta (mágica, mas uma ferramenta), que facilita as coisas de um modo ou de outro. Pode ser uma bota que faça o personagem correr mais rápido, uma espada que aumente a chance de acertar...
Você realiza determinado trabalho com uma certa dificuldade. De alguma forma você consegue fazer este trabalho ficar mais leve. A tendência natural é que você relaxe um pouco, atingindo um equilíbrio trabalho/eficiência. Só que se você perde a "boquinha" e volta a trabalhar tanto quanto antes, você irá sentir uma queda de desempenho, pois você se acostumou a um outro ritmo, onde você era mais lento, mas igualmente eficiente.
No jogo, seria como se o jogador ficasse mais dependente do item: se ele tem uma bota que o faz a altura do seu salto aumentar de x para 2x, o jogador terá que pagar pontos de personagem por ela, e por isso, irá evoluir os atributos ou perícias mais lentamente, atributos e perícias estas que poderiam fazer o jogador pular mais alto por si só. Se ele perder a bota, outros jogadores saltadores estarão mais eficiente que ele, e o personagem se sentirá destreinado.
Outra coisa legal é o jogador passará a ter MUITO cuidado com o item, afinal se o perdê-lo, ele irá perder preciosos pontos de experiência. Provavelmente ele ficará deliciosamente paranóico, evitando atrair a atenção para o item, escondendo e protegendo o mesmo. Isso é tão legal, que mereceria uma denominação própria: Síndrome de Smaug.
Smaug é um dragão do Livro O Hobbit. Como todo dragão, ele guarda um tesouro. Ele é tão ciumento do tesouro que chegou a notar a retirada de um único item (uma taça) por Bilbo.
Finalmente, esta regra incentivará os jogadores a serem fortes por eles mesmos, ao mesmo tempo que deixa os itens mágicos menos desejáveis. Conan era foda quando começou as suas aventuras, e continuou foda quando se tornou rei, e ele nunca precisou de uma Espada Vingadora +7 para isso.
Esta não seria uma regra completa se não tivesse uma exceção, já dizia meu professor de português.
O Mestre de jogo pode optar por não cobrar o pagamento de itens mágicos com carga, já que eles são de uso restrito por natureza. Um item de carga é um item que tem X utilizações, e depois de ser utilizado X vezes, ele se torna um item comum de qualidade excepcional. Seria covardia até para mim cobrar o custo de um cajado de bola de fogo que depois de usado algumas vezes se torna um excelente cabo de vassoura.
Outra forma é restringir esta regra para itens mágicos mais poderosos. Itens mágicos mais "mundanos" não haveria necessidade de pagar por eles. Por exemplo, uma espada mágica com +1 ou +2 no dando é sempre bem vinda, mas este bonus pode ser conseguido sem a necessidade de magia, basta a arma ser de qualidade alta ou de qualidade excepcional. Já uma luva que dá +1 ao dano de qualquer ataque... Itens passivos (exemplo, uma armadura encantada que é mais leve, ou com mais resistência a dano) podem também se encaixar aqui. Depende do bom-senso.
Outra idéia razoavel para restringir esta regra é cobrar apenas uma fração do custo do item, definido pelo mestre. Ele poderia desprezar o valor de vantagens passivas ou mais mundanas e cobrar apenas das vantagens realmente poderosas. Por exemplo, uma espada com +1 no dano e a vantagem Mordida Vampírica. O mestre poderia optar por cobrar o custo apenas de Mordida Vampírica, já que é ela que realmente vai fazer a diferença.
Ufa, cansei.
Depois de tanto tempo parado, acho que fiquei destreinado em escrever. :-P
Até em breve!
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Ou contratem um matador de aluguel mais eficiente, o último foi muito fraquinho...
Seguinte pessoas, andei passando por um período bem conturbado na minha vida, que está passando aos pouquinhos. Uma das principais mudanças é que comprei um carro, mas não é exatamente por isso que deixei de escrever.
Entrei em um estado de mormaço mental acentuado, o que me fez perder o interesse por várias coisas que eu gosto, como escrever neste blog que ninguém lê (no futuro, quando este blog estiver concorrrendo com o sedentário em número de acessos eu vou reler este post e ter muita risada) e também no meu blog mais sério. Provavelmente a execrável temporada atual de Heroes ajudou a drenar meu ãnimo, mas ouve outros fatores que não irei choramingar aqui, pois choramingar em blog é coisa de emo.
Bom, vou tentar voltar às atividades agora, do fim para início do ano.
Sim, uma novidade legal é que voltarei a jogar RPG, um dos meus passatempos preferidos, e também com meu sistema de RPG preferido, o GURPS, que infelizmente está em declínio devido ao hábito pouco másculo de jogar MMO, que a garotada tem hoje em dia.
Bom, vou participar de uma campanha como jogador, em um cenário marromenos inspirado pelo cenário de Diablo... Criei meu personagem pensando na classe assassin.
Compartilho abaixo o Histórico do personagem.
Mei Ming significa "sem nome", no idioma oriental. Mas ele não nasceu com este nome.
Seu pai foi um mestre nas artes marciais, chamado Wo Hu Zang Long, que inicialmente foi contratado junto com outros membros do seu clã para caçar feiticeiros que traíram a ordem das Feiticeiras Rogues e venderam suas almas aos demônios, em troca de Poder.
Os anos passaram, e o clã acabou por se estabelecer em terras ocidentais, pois o serviço para qual foram contratados mostrou-se árduo e demorado.
Wo Hu Zang Long acabou por casar com uma local, e pouco tempo depois nasceu Zhang San Feng Long, destinado a se tornar um valoroso membro dos Assassinos.
O clã vivia períodos de relativa paz entre as missões, permitindo que os membros habitassem uma vila próxima à Kalmir e treinassem os membros mais jovens nas artes místicas e marciais.
Então, em uma noite fatídica, durante a adolescência de Zhang San Feng Long, o clã sofreu um ataque surpresa, aparentemente aparentemente traídos por um deles, por forças demoníacas controladas pelas feiticeiras.
Quase todos foram mortos pelos monstros, inclusive Wo Hu Zang Long. Zhang San Feng Long sobreviveu, mas foi capturado pela orda, e levado ao covil de seu mestre, juntamente com os poucos sobreviventes do massacre.
Lá eles foram submetidos a experiências e torturas terríveis, que ainda assolam os sonhos de Zhang San Feng Long. Zhang San Feng Long teve seu corpo todo submerso até o pescoço em um tanque contendo um líquido estranho, que lhe causou muita dor, e cicatrizes físicas e mentais que ele carrega até hoje.
Então algo aconteceu, algo que o rapaz não compreende até hoje, mas acredita que tenha sido alguma espécie de falha ou efeito inesperado em algum feitiço, que resultou em uma grande explosão, causando a morte de todos os prisioneiros e carcereiros, e algumas das feiticeiras. Zhang San Feng Long sobreviveu praticamente intacto, considerando a situação geral. Ele escapou, e para despistar seus antigos captores, alterou seu nome para Mei Ming.
Hoje ele vaga de cidade em cidade, trabalhando como mercenário, e para honrar a morte dos que lhe foram caros, ele sente-se na obrigação de investigar, caçar e eliminar qualquer vestígio de feitiçaria rogue ou demoníaca.
Jovem e musculoso, mas um pouco franzino, 1,80, olhos pretos. Cabelos pretos e lisos até o pescoço. Por ter mãe ocidental, Mei Ming não possui traços orientais muito acentuados, podendo até se passar por nativo para uma pessoa desatenciosa. Mei Ming é mais ocidental que oriental. Costuma vestir trajes dicotômicos de acordo com a hora do dia (trajes claros para o dia, escuros para a noite). Mei Ming possui o corpo coberto de cicatrizes, quase como rasgos de garras, mas elas são cobertas completamente pela roupa.
Adendo: Mei Ming não sabe, apesar de desconfiar de que algo ou alguém está atras dele, mas do calderão em que ele foi submerso emergiu um demônio com habilidades muito parecidas com a dele.
Entre as experiências que Mei Ming foi submetido, uma delas era a transferência de uma alma humana para um corpo demoníaco. As feiticeiras queriam poder prolongar suas vidas indefinidamente com esta prática, abandonando a carne mortal e habitando corpos poderosos e quase eternos. A experiência falhou, o que causou a morte de todos os presentes. Mas o demônio, assim como Mei Ming, sobreviveu.
O demônio está incompleto, e acredita que matando Mei Ming, ele se tornará pleno. Ele se parece como Mei Ming,
Mei Ming sofre de insônia, e frequentemente tem pesadelos horríveis, todos conseqüência das experiências sofridas. Ele também possui a incomum característica de atrair eventos sobrenaturais... provavelmente efeito colateral das experiências.
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FE-NO-ME-NAL. Se eu pudesse resumir o que achei de WALL-E em uma única palavra, seria essa. A Pixar conseguiu. De novo.
Sou um grande fã da Pixar, apesar de que (me envergonho em admitir) não assisti Carros ou Monstros S.A. Seu filme do ano passado, o Ratatouille, entrou facilmente no meu top de filmes, e agora WALL-E vai lhe fazer companhia.
O Cardoso e o pessoal do Judão está certíssimo. É horrível fazer crítica de filme bom. E WALL-E é excelente.
No filme, somos apresentados à WALL-E, acrônimo para Waste Allocation Load Lifter Earth-Class. Ele foi o único que sobrou de uma frota de robozinhos que foram deixados na Terra, quando nosso planetinha azul fica tão poluído que os humanos são obrigados a abandonar o planeta em uma imensa nave de cruzeiro, a Axiom.
Com o passar dos anos, o robozinho acaba aquirindo consciência e sentimentos, além de uma intensa curiosidade para com objetos humanos, os quais ele coleciona, enquanto continua a sua eterna tarefa de limpar nossa bagunça.
Mas sua rotina muda quando ele encontra Eva (EVE, no original), uma robozinha enviada à terra pelos humanos com o objetivo de descobrir se a Terra já voltou a ser habitável. Logo, uma amizade e um amor começa a se desenvolver entre os dois.
Realmente não sei mais o que escrever, pois não quero estragar nenhuma cena do filme. É algo que realmente vale a pena ser conferido, de preferência acompanhado de alguém que você goste. O filme é basicamente uma comédia romântica estrelada por robôs, e nada mais natural que assistir um romance com a sua namorada.
Este filme foi uma aposta arriscada da Pixar. É um filme onde os protagonista não falam, e boa parte do filme não tem fala alguma. Este também foi o primeiro filme da Pixar em que aparecem humanos de verdade, curiosamente apenas em imagens do passado.
Mas graças aos céus a Pixar inova a cada novo filme, e este filme arriscado se tornou um grande acerto.
O filme também contém várias citações à cultura pop. Por exemplo, a Eva foi inspirada nos designs da Apple, a empresa que criou o Ipod e o Iphone (além disso um Ipod aparece no filme). Auto, o robô que pilota a Axiom é a cara do HALL 9000. Mas a maior citação e homenagem do filme é o próprio protagonista, uma amálgama, tanto em comportamento e em aparência, a vários ícones pop. Para terem uma idéia,vejam a montagem que fiz no dia em que cheguei do cinema:

Além de uma (bela) história de amor, o filme também consegue fazer uma ótima crítica social e ecológica. Segundo os responsáveis pela obra, o filme foi pensado antes de toda essa preocupação ecológica que está na moda no momento. Se foi isso, então ponto para eles, e azar o nosso, pois pelo jeito nosso futuro vai ser igual aos dos humanos que aparecem no filme.
PS: o já costumeiro curta-metragem apresentado antes do filme também é divertidíssimo. Ele chama-se Presto! e é sobre um coelho esfomeado que apronta com o mágico. Muito bom!
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AAAAAAAAAEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE!!!! Porra, se tem um jogo que eu joguei na vida, e joguei bem, foi Diablo II. Joguei com todos os personagens (mas as minhas preferidas são a Amazon e a Assassin), terminei milhões de vezes, sozinho, acompanhado. Joguei pirata, original... Praticamente fiz todas as combinações de Runas possíveis e estudei o jogo como se fosse necessário para passar no vestibular (na verdade eu estudei mais o jogo que para o vestibular).
Hoje, dia da Blizzardcon, a Bizzlard finalmente liberou o mistério que estava assombrando os fãs do jogo à vários dias... Todos os dias, uma tela era mostrada na página da Blizzard, algo como uma parede de gelo se rompendo... A maioria dos fãs de Diablo ficaram alvoroçados, mas havia dúvidas sobre qual jogo seria lançado. Afinal a Expansão de World of Warcraft tem tudo a ver com gelo. Algumas pessoas até esperavam um novo The Lost Vikings.
Pessoas, eu to sinceramente IMPRESSIONADO como a Blizzard manteve o jogo na surdina, nesses tempos de internet, onde qualquer coisa pode vazar antes do lançamento oficial. E ainda mais impressionado ver como o jogo está avançado já... Já tem muitas screenshots, vídeos de gameplay e cinematics.
Com o que foi divulgado até agora, já me deixou bastante satisfeito: o jogo vai ter visão isométrica (clássica do Diablo 1 e 2), vai seguir a história do cenário, ampliando-a, o cenário vai ser afetado pelas ações dos jogadores, permitindo que o mesmo seja destruído ou utilizado como armadilhas para os inimigos, não vai ser um MMO (thank's god) e também parece que não vai ter raças místicas (ou seja, nada de elfos, coelhinhos e outros frufrus).
Isso é emoção demais para um pobre ex-gamer... Por favor, fiquem com o site do jogo, enquanto eu tento baixar os 800mb de gameplay (ps: cacildis!).
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